Audiência em NY: Cartunistas têm acesso, mas não fotógrafos de Maduro e Célia Flores. Acusações de narcotráfico e narcoterrorismo contra o casal.
Na tarde de segunda-feira (5), o tribunal federal de Nova York adotou uma medida incomum para controlar o acesso à informação durante a audiência envolvendo o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Célia Flores. A decisão restringe a visualização das imagens do que ocorreu dentro da sala apenas a cartunistas presentes no local, em vez de fotógrafos.
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As ilustrações mostram Maduro ao lado de Célia Flores, ambos com microfones, sugerindo a presença de tradução simultânea. Célia Flores ostenta um band-aid na testa, detalhe que chama a atenção para o caso. O casal compareceu à primeira audiência, onde enfrenta acusações de narcotráfico e narcoterrorismo.
A segunda audiência, designada pelo juiz Alvin K. Hellerstein, de 92 anos, está prevista para o dia 17 de março. Enquanto aguardam o julgamento, Maduro e Célia Flores permanecem detidos no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn.
O Departamento de Justiça dos EUA formalizou acusações contra Maduro por quatro crimes principais: Narcoterrorismo (e conspiração para tal); Conspiração para o tráfico de cocaína; Posse de metralhadoras e dispositivos explosivos; Conspiração para posse de armamento para uso pelo narcotráfico.
A situação legal do casal continua sob avaliação.
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