New York Times surpreende e defende regulamentação da maconha nos EUA! 🤯 Jornal revisita debate de 2014 e alerta para riscos no consumo. Saiba mais!
Em 9 de fevereiro de 2026, o jornal norte-americano New York Times publicou um editorial que reforça a necessidade de regulamentação mais rigorosa da maconha nos Estados Unidos. A decisão surge em resposta ao aumento significativo no consumo da substância e aos seus potenciais impactos na saúde pública.
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O texto representa uma espécie de reconhecimento daete passado, em que a publicação adotou uma postura diferente.
O editorial ressalta que, em julho de 2014, o conselho editorial do NYT já havia publicado um artigo com o título “Revogue a Proibição, Novamente”, em referência ao período da Lei Seca. Na época, o texto defendia que o governo federal seguisse o movimento crescente nos estados e revogasse a criminalização da maconha, argumentando que a proibição havia ampliado a atuação de organizações criminosas.
O conselho editorial do NYT reconhece que alguns dos pontos levantados em 2014 perderam validade. A classificação do uso da maconha como um “problema relativamente menor” foi reavaliada à luz dos dados mais recentes. O editorial argumenta que a situação atual exige uma abordagem mais proativa, considerando os crescentes danos associados ao consumo da substância.
O jornal destaca que, nos últimos anos, cerca de 18 milhões de pessoas nos Estados Unidos utilizam maconha com frequência, atingindo aproximadamente 5 vezes por semana. Essa estatística representa um aumento considerável em relação aos 6 milhões de usuários registrados em 2012.
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Além disso, o NYT aponta para o surgimento de problemas de saúde relacionados ao consumo, como a síndrome de hiperêmese por canabinóides, que causa vômitos intensos e dores abdominais, e casos de paranoia e transtornos psicóticos crônicos.
Embora a proibição ao nível federal persista, a situação está mudando. Atualmente, 40 dos 50 estados norte-americanos permitem o uso médico da maconha, enquanto cerca de 25 permitem o uso recreativo. O editorial enfatiza a importância de que os legisladores americanos acompanhem essa evolução e implementem medidas regulatórias adequadas para mitigar os riscos associados ao consumo da substância.
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