Ataques Causam Mortes e Retaliação Internacional
Em um sábado marcado por intensos confrontos, o primeiro-ministro de Israel, representante do partido Likud e da ala direita, fez um pronunciamento sobre o que ele considera evidências de que o líder iraniano, Ali Khamenei, faleceu durante os recentes ataques da região. “Estamos observando um acúmulo de sinais que indicam a ausência desse ditador.
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Nas primeiras horas de hoje, neutralizamos altos escalões do regime dos aiatolás, incluindo comandantes da Guarda Revolucionária e figuras-chave do programa nuclear – e essa ação continuará”, afirmou.
Netanyahu enfatizou que Khamenei “promoveu o terror globalmente, condenou seu próprio povo à miséria e dedicou esforços incessantes a um projeto para destruir o Estado de Israel”. A declaração do primeiro-ministro veio após uma série de operações militares que visavam, segundo ele, desmantelar a estrutura do governo iraniano.
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Paralelamente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também anunciou que as Forças Armadas norte-americanas iniciaram uma “grande operação militar” com o objetivo de “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”. Trump justificou a ação como uma medida preventiva, buscando proteger o povo americano das “ameaças provenientes do governo iraniano”.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, classificou a operação como uma medida preventiva, com o objetivo de neutralizar qualquer ameaça ao Estado de Israel. A ação foi vista como uma resposta direta à retaliação iraniana.
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Os bombardeios resultaram em um balanço de 201 mortes e 747 feridos no Irã. As informações foram divulgadas pela imprensa iraniana, que também reportou a morte do ministro da Defesa do país e do comandante da Guarda Revolucionária, além de 51 estudantes de uma escola feminina e 15 pessoas em um ginásio no sul do país.
Em resposta, o Irã registrou 5 mortes, incluindo um incidente nos Emirados Árabes Unidos e quatro na Síria. A situação permanece tensa, com a possibilidade de escalada da violência.
