Negociações de alto risco em Omã! Trump busca acordo nuclear com Irã, mas tensão no Oriente Médio atinge níveis críticos. Incidente com drone e petroleiro elevam risco de conflito. Saiba mais!
As negociações entre os Estados Unidos e o Irã para questões nucleares devem ocorrer em Omã na sexta-feira (6), de acordo com um diplomata regional. As conversas acontecem em um momento de alta tensão, com o presidente dos EUA, Donald Trump, reforçando sua presença militar no Oriente Médio. Trump alertou que “coisas ruins” poderiam acontecer se um acordo não fosse alcançado, aumentando a pressão sobre a República Islâmica, que enfrenta um impasse nas negociações.
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O Irã declarou que não fará concessões, considerando isso uma linha vermelha nas negociações. O governo Trump concordou com um pedido iraniano para transferir, e as discussões sobre a participação de países árabes e muçulmanos da região nas negociações em Omã ainda estão em andamento. O aumento da presença naval dos EUA no Mar Arábico, próximo ao porta-aviões Abraham Lincoln, intensifica a tensão.
Donald Trump, em declarações à Casa Branca, confirmou que as negociações estavam em andamento, sem detalhar o local exato. Jared Kushner, genro de Trump, também deve participar das conversas. Ministros de outros países da região, como Paquistão, Arábia Saudita, Catar, Egito e Emirados Árabes Unidos, também foram convidados, embora o Irã tenha agora solicitado apenas conversas bilaterais com os EUA.
A escalada da tensão se manifestou em incidentes no mar. Um drone iraniano Shahed-139, que se aproximava do Abraham Lincoln com “intenções incertas”, foi abatido por um caça F-35 americano. Em outro incidente, no Estreito de Ormuz, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã hostilhou um petroleiro com bandeira americana, sendo respondido pela Marinha dos EUA. A situação é delicada, com o Irã expressando preocupação com a possibilidade de um ataque dos EUA quebrar seu controle político.
Trump exigiu três condições para a retomada das negociações: enriquecimento zero de urânio no Irã, limites ao programa de mísseis balísticos de Teerã e o fim do apoio a grupos armados regionais. O Irã considera essas exigências violações de sua soberania, com o programa de mísseis balísticos sendo o principal obstáculo, segundo fontes iranianas.
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