Negociações Bilaterais em Abu Dhabi: Zelensky e Trump Buscam Caminho para a Paz em Conflito Urgente

Negociações de Paz em Abu Dhabi: Zelensky Alerta Sobre Concessões à Rússia! 🚨
Reunião crucial entre Rússia, Ucrânia e EUA busca solução para o conflito. Zelensky cobra justiça e responsabilização. Críticas a Putin e postura firme de Moscou!

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(Imagem de reprodução da internet).

Conversas Trilaterais entre Rússia, Ucrânia e EUA Continuam em Abu Dhabi

Representantes das nações envolvidas nas negociações da 2ª rodada de conversas trilaterais se reuniram em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, na quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026. O objetivo central das discussões, mediadas pelos Emirados Árabes Unidos, é buscar um caminho para a paz no conflito em curso.

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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou sua preocupação com a possibilidade de concessões serem feitas à Rússia, argumentando que isso poderia levar à quebra de qualquer acordo futuro. Ele enfatizou a necessidade de que qualquer acordo de paz seja baseado em princípios de justiça e responsabilidade.

Um dos resultados alcançados durante as negociações foi um acordo para a troca de prisioneiros de guerra. Zelensky acredita que a libertação de prisioneiros ucranianos é um passo crucial para restaurar a confiança e promover o diálogo.

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As conversas ocorreram em um contexto de tensões elevadas, com ataques contínuos da Rússia à infraestrutura energética da Ucrânia. O presidente ucraniano acusou Moscou de quebrar uma trégua existente, após os lançamentos de mísseis e drones em 30 de janeiro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou as acusações, afirmando que o líder russo Vladimir Putin não violou o acordo. O Kremlin, por meio de seu porta-voz Dmitry Peskov, declarou que não fará comentários públicos sobre os resultados das negociações.

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Peskov reiterou que a Rússia continuará a conduzir sua operação militar até que a Ucrânia implemente as “decisões relevantes”, indicando uma postura firme e persistente na busca por seus objetivos. As discussões também abordaram a questão de garantias de segurança para a Ucrânia, com planos de resposta em múltiplos níveis, incluindo a possibilidade de intervenção militar europeia com apoio dos EUA, caso haja violações de um cessar-fogo.

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