Naseema McElroy: o sucesso financeiro não compra segurança! Descubra a história da obstetra que lutou contra dívidas e a importância da gestão financeira
É comum associarmos altos ganhos financeiros a uma vida estável e segura. No entanto, a história de Naseema McElroy, uma americana, ilustra uma realidade frequente no mundo das finanças corporativas: o sucesso financeiro não garante segurança quando não há controle sobre dívidas, gestão eficiente do caixa e uma estratégia de longo prazo bem definida.
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A trajetória de McElroy serve como um alerta sobre a importância de uma gestão financeira consciente, independentemente do nível de renda.
Em 2015, McElroy, que trabalhava como obstetra na região da Baía de São Francisco, alcançava uma remuneração superior a US$ 200 mil por ano. Possuía um veículo de luxo e havia recentemente adquirido uma nova residência. Apesar desse cenário promissor, sua situação financeira era altamente alavancada, caracterizada por um endividamento significativo.
Seus compromissos incluíam uma hipoteca de aproximadamente US$ 580 mil, cerca de US$ 185 mil em empréstimos estudantis, US$ 70 mil referentes a um imóvel anterior e outros financiamentos menores, como um plano de aposentadoria 403(b).
McElroy relata que, diante de um custo de vida elevado, pagamentos mínimos de dívidas e despesas cotidianas, ela vivia “de salário em salário”, sem possuir reservas financeiras. Após a mudança para a nova casa, precisou recorrer a um empréstimo familiar para cobrir despesas básicas.
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A situação se agravou com a maternidade solo, sem monitoramento de gastos e sem clareza sobre a destinação da renda, tornando a estrutura financeira vulnerável, similar à de empresas com alto faturamento, porém com pouca governança financeira.
A partir de 2015, McElroy iniciou um processo de “desalavancagem”, utilizando a estratégia da “bola de neve”, priorizando o pagamento das menores dívidas enquanto mantinha os compromissos mínimos das demais. Entre 2015 e 2017, quitou quase US$ 1 milhão em dívidas, com pagamentos de US$ 208 mil em 2015 e US$ 77 mil no ano seguinte.
A venda do imóvel principal permitiu eliminar o saldo da hipoteca e dos empréstimos estudantis. Durante esse período, ela manteve um consumo moderado, direcionando gastos de forma planejada, sem cortes abruptos, mas com controle rigoroso.
Durante esse ciclo, McElroy passou por mudanças significativas, incluindo casamento e posterior divórcio. O processo gerou novos compromissos financeiros, como um acordo de US$ 15 mil com o ex-marido e uma dívida tributária de US$ 29 mil com o IRS, decorrente da separação.
Mesmo diante dessas mudanças, até novembro de 2017, todos os passivos haviam sido eliminados, encerrando um ciclo de forte pressão financeira.
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