Mulheres participaram de treinamento de guerra e pilotaram blindados na operação Atlas Armas Combinadas, em setembro.
A Marinha do Brasil anunciou uma atualização significativa em suas regulamentações, agora permitindo que mulheres exerçam funções em todas as áreas da força naval. A mudança, formalizada em portaria publicada na última quarta-feira (1º), representa um avanço histórico na instituição.
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Essa decisão marca a primeira vez que as Forças Armadas brasileiras garantem a participação plena de militares do sexo feminino em todos os setores. A instituição enfatizou que essa alteração visa assegurar a igualdade entre homens e mulheres, permitindo que as militares desempenhem funções que exigem alta demanda física, psicológica e técnica, representando alguns dos maiores desafios da carreira militar.
A expansão da participação feminina já era uma tendência observada. Em setembro, durante a operação Atlas Armas Combinadas – um treinamento de guerra realizado pela Marinha – duas militares do Corpo de Fuzileiros Navais conduziram blindados em campo, demonstrando a capacidade das mulheres em operações complexas.
Em 2025, a força também promoveu quatro mulheres ao posto de almirante, o mais alto da hierarquia naval, consolidando o progresso da representatividade feminina. Além disso, a Marinha expandiu o acesso a instituições de ensino, permitindo que mulheres ingressassem na Escola Naval desde 2014 e, em 2023, no Colégio Naval, escola preparatória equivalente ao ensino médio.
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