MRV&Co (MRVE3) Apresenta Resultados Positivos com Queda na Velocidade de Vendas em 2025

MRV&Co (MRVE3) divulga resultados de 2025 com avanços, mas enfrenta desafios na velocidade de vendas e queima de caixa na Resia.

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(Imagem de reprodução da internet).

MRV&Co (MRVE3) Apresenta Resultados do Quarto Trimestre de 2025

A MRV&Co (MRVE3) divulgou seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2025, demonstrando um cenário com avanços e desafios. Apesar de um aumento nas vendas líquidas e na geração de caixa ajustada, a empresa registrou uma queda nos lançamentos do segmento de incorporação nacional, impactando indicadores como a velocidade de vendas.

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No quarto trimestre, a companhia obteve R$ 2,8 bilhões em vendas líquidas, um aumento de 5,9% em comparação com o mesmo período de 2024. Os lançamentos de unidades somaram R$ 2,8 bilhões, representando um crescimento de 21% em relação ao terceiro trimestre, mas uma redução de 3% em relação ao quarto trimestre de 2024.

A geração de caixa ajustada, sem a inclusão de efeitos contábeis específicos, alcançou R$ 174,8 milhões, revertendo a queima de caixa observada no ano anterior.

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Análise de Indicadores Chave

A velocidade de vendas (VSO) apresentou uma queda de 7,7 pontos percentuais, situando-se em 24,2% no 4T25. Esse indicador, que mede a eficiência na conversão de lançamentos em vendas, reflete a necessidade de otimização das estratégias de comercialização da MRV.

Geração de Caixa e Investimentos

A geração de caixa ajustada, sem a cessão de carteira de recebíveis, foi positiva em R$ 29,8 milhões no consolidado do ano, indicando uma entrada líquida de recursos. No entanto, a geração de caixa sem a cessão de carteira foi negativa em R$ 33,9 milhões, demonstrando uma queima de caixa, embora em um volume 95,6% menor do que em 2024.

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Desempenho das Subsidiárias

As subsidiárias da MRV apresentaram perfis distintos. A Urba, responsável por loteamentos, confirmou a melhora estrutural da operação, com geração de caixa positiva e aumento nas vendas e lançamentos. A Resia, operação nos Estados Unidos, encerrou o ano com uma queima de caixa de US$ 27,4 milhões no quarto trimestre, impactada por despesas financeiras e administrativas.

A Luggo, focada em empreendimentos multifamiliares no Brasil, avançou para a fase de geração operacional, com três projetos em locação. A Sensia, com foco em incorporação de médio padrão, registrou um crescimento expressivo nos lançamentos e vendas.

A MRV continua com o plano de desinvestimento em andamento, buscando otimizar seu portfólio e fortalecer sua posição no mercado imobiliário.

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