MPF abre investigação após grave acidente entre navio e balsas em Santos! 🚢💥 Descubra os detalhes da apuração sobre o incidente no Porto de Santos. Saiba mais!
O Ministério Público Federal (MPF) está conduzindo uma investigação completa sobre as causas do acidente que envolveu o navio cargueiro Seaspan e duas balsas na travessia entre Santos e Guarujá, ocorrido no Porto de Santos, litoral paulista, no dia 16.
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A CNN Brasil teve acesso à decisão do órgão, assinada pelo procurador Thiago Lacerda Nobre, nesta segunda-feira (23).
De acordo com o documento, foi instaurado um procedimento administrativo cível devido à relevância da segurança da navegação em áreas portuárias federais, a regularidade do serviço público de travessia aquaviária e a possibilidade de danos aos bens ou interesses da União.
A investigação visa apurar as circunstâncias técnicas da colisão, eventuais falhas operacionais ou sistêmicas na segurança da navegação no canal de acesso ao Porto de Santos, além da atuação dos responsáveis pela gestão e fiscalização da área portuária.
A investigação também examinará os impactos sobre a continuidade e a segurança do serviço de travessia, a existência de danos aos bens da União e a necessidade de responsabilização civil. O MPF poderá solicitar informações à Marinha do Brasil, através da Capitania dos Portos, à Autoridade Portuária de Santos, ao serviço de praticagem, à empresa responsável pelas balsas e ao armador da embarcação envolvida, buscando esclarecer os detalhes do acidente, os danos causados e as medidas tomadas.
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O incidente, que ocorreu por volta das 21h30 do dia 16 de fevereiro, envolveu a balsa FB-15 e a FB-14, que estavam realizando uma manobra de apoio. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), as balsas estavam desativadas e ocupadas apenas por tripulantes.
Após o impacto com o Seaspen, os tripulantes saltaram para o mar e foram resgatados. Ninguém sofreu ferimentos, e os danos foram limitados à proa das embarcações. A Autoridade Portuária de Santos (APS) informou que o navio seguiu para a área de fundeio após a colisão, enquanto a DP World, responsável pelo terminal, não se manifestou sobre a investigação, justificando que o incidente ocorreu durante a travessia do navio pelo canal.
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