Logo Alerta Jornal
Logo Alerta Jornal
  • Home
  • Tendências
  • Finanças
  • Internacional
  • Brasil
  • Cultura
  • Política
  • Economia
  • Notícias

  • Home
  • Sobre
  • Últimas Notícias
  • Contato
  • Política de Privacidade

Copyright © 2025 Alerta Jornal - Todos os direitos reservados.

  1. Home
  2. Justiça
  3. Moraes vota por condenação de “Abin paralela” em decisão polêmica

Moraes vota por condenação de “Abin paralela” em decisão polêmica

Ministro acusa grupo de usar agência para monitorar adversários de Bolsonaro e disseminar desinformação. Saiba mais no Poder360.

Por: redacao

21/10/2025 11:45

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Condenação de Agentes por Produção de Desinformação no Plano de Golpe

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, votou pela condenação do policial federal Marcelo Bormevet e do subtenente do Exército Giancarlo Gomes Rodrigues, acusados de produzir e divulgar desinformação como parte de um plano para o golpe de Estado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão, proferida em 21 de outubro de 2025, considerou que os réus formavam uma “Abin paralela”, uma estrutura independente que buscava deslegitimar instituições e promover a desconfiança sobre o sistema eleitoral e a democracia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Operação da “Abin Paralela”

O ministro identificou a atuação da “Abin paralela” como coordenada, com o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, solicitando informações ao policial federal Marcelo Araújo Bormevet, que, por sua vez, repassava as ordens para Giancarlo Rodrigues. A finalidade era desacreditar o Tribunal Superior Eleitoral, as urnas eletrônicas e as eleições, abrindo caminho para a permanência ilícita do grupo político que se transformou em organização criminosa.

A operação envolvia o uso da estrutura do Estado para monitorar adversários políticos do ex-presidente, com Giancarlo Rodrigues realizando 887 pesquisas no sistema FirstMile e acessando outras senhas compartilhadas. Bormevet confessou receber ordens para buscar informações de pessoas ligadas a Bolsonaro, enquanto a “Abin paralela” atuava como célula de inteligência miliciana de um grupo criminoso.

Evidências e Argumentos da PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou evidências de que os réus utilizavam a estrutura da Abin para concentrar a produção e a disseminação de informações falsas, promovendo a desconfiança sobre as instituições. O ministro acolheu a argumentação da PGR, considerando que os agentes tinham pleno conhecimento da minuta golpista, elaborada para consumar a ruptura constitucional.

Defesas dos Réus

Os réus apresentaram diferentes argumentos de defesa, buscando a absolvição. Ailton Moraes Barros, ex-major do Exército, alegou falta de provas e ausência de ordens de Braga Netto. Ângelo Denicoli, major da reserva do Exército, argumentou que as provas apresentadas pela PGR não comprovam a participação efetiva do militar na organização criminosa. Carlos Cesar Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, alegou ter atuado apenas tecnicamente, contratado pelo PL, sem divulgar desinformações. Giancarlo Gomes Rodrigues afirmou que não usou armas nem incentivou violência e não tinha ligação com o grupo, exceto profissionalmente. Guilherme Almeida argumentou que não produziu conteúdo e não integrou organização criminosa. Marcelo Bormevet pediu absolvição por falta de relevância nos fatos.

Leia também:

Flávio Bolsonaro denuncia tratamento desumano de Bolsonaro na prisão e pede ação

Flávio Bolsonaro denuncia tratamento desumano de Bolsonaro na prisão e pede ação

Ministro Moraes inicia investigação por quebra de sigilo fiscal no STF e Coaf

Ministro Moraes inicia investigação por quebra de sigilo fiscal no STF e Coaf

Defensoria Pública investiga saúde de Bolsonaro em custódia em Brasília

Defensoria Pública investiga saúde de Bolsonaro em custódia em Brasília

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conclusão do Julgamento

O julgamento do núcleo 4, o segundo a ser julgado, resultou na condenação dos sete réus, incluindo Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. O caso demonstra a importância de combater a desinformação e proteger a democracia, evidenciando a atuação de agentes que buscaram deslegitimar instituições e promover a desconfiança sobre o sistema eleitoral.

Compartilhe este conteúdo:

Logo FacebookLogo LinkedinLogo WhatsappLogo Twitter
Abin ParalelaBolsonaro
Foto do redacao

Autor(a):

redacao

Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.

Imagem do post

Pop

Henri Castelli Sofre Crises Convulsivas no BBB 26 e Preocupação

14/01/2026 15:44 | 1 min de leitura

● Agenda esportiva intensa: Copa São Paulo, Copa Africana e campeonatos estaduais em destaque!

14/01/2026 16:14 | 2 min de leitura

● Lula recebe Von der Leyen e Costa para assinatura do acordo comercial no Paraguai

14/01/2026 15:50 | 2 min de leitura

● Futebol em Dia: Copa São Paulo, Carioca e Jogos Internacionais!

14/01/2026 16:15 | 3 min de leitura

● Gabriel Menino chega ao Santos: reforço para o Peixe na temporada 2026!

14/01/2026 15:54 | 1 min de leitura

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!