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Mônica Santos relata a dor e a visão dos escombros de Brumadinho após 10 anos do desastre

Líder comunitária Mônica Santos relata a dor e o impacto da tragédia de Brumadinho, 10 anos após o rompimento da barragem do Fundão. A líder, moradora de Bento Rodrigues, descreve a visão de escombros e luta por justiça

Por: redacao

05/11/2025 8:51

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Auxiliar em Consultório e a Dor da Tragédia de Brumadinho

Mônica Santos, aos 30 anos e moradora do distrito de Bento Rodrigues, saiu de casa em 5 de novembro para trabalhar. A necessidade de chegar na hora a levou a deixar a casa, mas 24 horas depois, ela a encontraria coberta de lama, um cenário que a assombraria por uma década.

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A líder comunitária relata a dor e a visão dos escombros, mesmo após uma década do desastre.

Em novembro de 2019, a barragem do Fundão, operada pela empresa, rompeu-se, liberando 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração. O desastre causou a morte de 19 pessoas e deixou mais de 600 desabrigadas, afetando comunidades como Paracatu de Baixo, Paracatu de Cima, Pedras, Águas Claras e outras.

Mônica lembra que recebeu a ligação de uma prima, avisando sobre o ocorrido, e que passou a tarde e a madrugada na estrada, finalmente enxergando sua casa a montante.

“Foi nesse momento que a ficha caiu. Eu não tinha mais nada”, afirma Mônica. Ela morava sozinha com a mãe, e a empresa sempre deixou claro que a comunidade poderia dormir tranquilamente, devido ao monitoramento da barragem. Mônica lamenta a perda de cinco amigos muito próximos.

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Atualmente, reside no reassentamento da comunidade de Novo Bento Rodrigues, a 13 quilômetros da antiga comunidade, mas ainda enfrenta problemas, com casas em construção e moradores desabrigados sem projeto de reassentamento.

“É preciso lutar por justiça. Enquanto eu tiver força, vou lutar para fazer com que as pessoas sejam de fato indenizadas e restituídas”, declara Mônica. Ela relata que a casa entregue pela Samarco ainda não está no nome dos desabrigados. A líder comunitária espera que os conterrâneos sejam reassentados em uma casa, que as vítimas sejam indenizadas e que haja responsabilização dos envolvidos. “Se tivesse acontecido a punição, não teria ocorrido a tragédia de Brumadinho (em janeiro de 2019 e que deixou 272 mortos).

Projetos antidemocráticos”, ressalta.

Márcio Zonta, integrante da direção nacional do Movimento pela Soberania Popular na Mineração, avalia que o desastre é um reflexo de decisões minerárias não ligadas à população. Ele destaca a falta de projetos nacionais de mineração para o Brasil, que possui 916 barragens, com 74 de maior risco e 91 em situação de alerta.

Zonta pondera que episódios como os de Mariana e Brumadinho representam o colapso do sistema sul de Indenizações.

A empresa Samarco informou que, desde 2015, foram destinados R$ 68,4 bilhões para ações de reparação e compensação, com R$ 32,1 bilhões pagos em 735 mil acordos de indenização individual. A empresa defende que esses recursos transformaram a realidade econômica da bacia, estimulando o comércio e gerando empregos.

O agricultor Francisco de Paula Felipe espera que tudo melhore na nova moradia, após dois meses no assentamento novo, com parte da indenização recebida e pendências na Justiça. Ele espera ter saúde para ver suas filhas estudarem e tomarem o rumo da vida.

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BarragemBrumadinhoDesastreSamarco
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Autor(a):

redacao

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