Ministro Zanin Urge Polícia Federal: Escândalo de Vazamento de Decisões Judiciais Aprofunda-se!

STF em crise: Vazamento de decisões judiciais investigado! Ministro Cristiano Zanin pressiona Polícia Federal a concluir o caso. Detenção de lobista Andréson de Oliveira Gonçalves é central na investigação

24/02/2026 19:19

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(Imagem de reprodução da internet).

Investigação do STF Aprofunda Escândalo de Vazamento de Decisões Judiciais

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um novo prazo para a Polícia Federal (PF) concluir a investigação sobre um suposto esquema de vazamento de informações sigilosas e a venda de decisões judiciais. A determinação, emitida nesta terça-feira (24), exige que a PF apresente um relatório final em até 30 dias.

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A informação inicialmente divulgada pelo Estadão e confirmada pela Jovem Pan News, expõe um caso complexo que envolve suspeitas de irregularidades em diversos tribunais.

Zanin autorizou sucessivas prorrogações para a conclusão do caso, reconhecendo que o prazo inicial para finalizar a investigação venceu em 23 de janeiro. A operação Sisamnes, iniciada em 26 de novembro de 2024, investiga não apenas o vazamento de informações, mas também negociações relacionadas a elas, incluindo detalhes de ações policiais.

O foco principal da investigação é Andreson de Oliveira Gonçalves, um lobista que foi detido na primeira fase da operação.

Gonçalves é suspeito de cooptar assessores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e de atuar como intermediário na compra de decisões de outros tribunais, incluindo o STJ. Após passar três meses em prisão domiciliar, a ordem de sua detenção foi convertida em preventiva em novembro de 2025.

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Na época, a PF deflagrou uma nova fase da investigação, buscando apurar se relatórios médicos foram forjados para a concessão de benefícios.

A corporação apresentou um relatório parcial em outubro de 2025, revelando a venda de decisões em diversos gabinetes. O documento também levantou preocupações sobre a investigação da filha de um ministro do STJ. Em seguida, o delegado Marco Bontempo deixou a ação.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou à PF o envio de informações complementares, buscando esclarecer as lacunas identificadas pelo órgão. A PF ainda não entregou o documento solicitado.

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