Ministro Toffoli considera prisão de Fabiano Zettel “imprescindível” em operação Master. STF autoriza custódia de bens do investigado no caso do Banco Master
O ministro Dias Toffoli, do STF, declarou que a prisão do empresário Fabiano Zettel é essencial para o avanço das investigações sobre irregularidades envolvendo o Banco Master. A decisão surge no contexto de uma complexa operação financeira que envolveu o Banco Regional de Brasília.
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Fabiano Zettel, também conhecido como Daniel Vorcaro, é o fundador do Banco Master, instituição financeira que encerrou suas atividades após a abertura da investigação. A suspeita é de uma fraude com perdas de aproximadamente R$ 12,2 bilhões, relacionada a uma operação de venda para o Banco Regional de Brasília.
Toffoli justificou a necessidade da prisão temporária de Zettel, argumentando que ela está relacionada a fatos recentes e se adequa à gravidade dos crimes investigados, considerando as circunstâncias do caso e as condições pessoais do investigado, conforme consta nos documentos do processo.
A Polícia Federal (PF) incluiu no pedido de prisão a informação de que Zettel possuía uma passagem marcada para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com embarque previsto para a madrugada de quarta-feira, 14. A PF alega que a saída do investigado representa uma oportunidade de obter evidências que reforcem sua participação nos crimes sob investigação, além de suspeitas sobre outros delitos em que ele está envolvido.
A Justiça determinou que os bens apreendidos na investigação permanecerão sob custódia do STF. A operação da PF, que inclui 42 mandados de busca, está relacionada ao caso Master e à investigação sobre a venda do banco.
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