Ministro Moraes Ordena Prisão de Contador Após Vazamento de Dados Sigilosos!

Ministro Moraes decreta prisão de contador Travassos! Investigação do STF aponta irregularidades com dados sigilosos de ministros e familiares. Prisão de Washington Travassos de Azevedo em 14 de março de 2026. Saiba mais!

22/03/2026 1:19

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(Imagem de reprodução da internet).

Contador Washington Travassos de Azevedo é Prisoeiro Após Investigação do STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a prisão do contador Washington Travassos de Azevedo em 13 de março de 2026. Azevedo está preso desde o dia 14 de março, após ser investigado por suspeitas de envolvimento no acesso a dados sigilosos de ministros da Corte e de seus familiares.

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A investigação, que faz parte do inquérito das chamadas “fake news” iniciado em 2019, ainda está em andamento e tramita em sigilo.

Mandado de Busca e Apreensão e Alertas Grátis

Pouco antes da prisão, em 5 de março, a Polícia Federal havia determinado um mandado de busca e apreensão na residência de Azevedo. A ação foi impulsionada por um vazamento de dados que gerou suspeitas sobre possíveis irregularidades fiscais envolvendo membros do Poder Judiciário e seus familiares.

A Procuradoria Geral da República se manifestou a favor da prisão. O Poder360 procurou a defesa de Azevedo para obter um posicionamento.

Investigação e Dados Sigilosos

Segundo informações da investigação, Azevedo teria atuado como intermediário entre alguém interessado em obter dados da Receita Federal e outra pessoa com acesso a informações sigilosas. A investigação apura o período entre 8 de janeiro de 2024 e 27 de janeiro de 2026.

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Azevedo é acusado de ter acessado dados de 1.819 pessoas, incluindo nomes ligados a ministros do STF, do TCU, deputados, ex-senadores, um ex-governador, dirigentes de agências reguladoras e empresários. A suspeita é de que, mesmo sem dados explícitos, informações financeiras possam ter sido obtidas por meio de bases de dados restritas.

Repercussão e Próximos Passos

A decisão de Moraes de investigar o possível vazamento de dados ocorreu após um relato do Poder360 em 13 de janeiro de 2026. A investigação também envolveu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Cofan). A situação ganhou destaque após a divulgação de detalhes sobre o contrato do escritório da advogada Viviane Barci de Moraes com o Banco Master, no valor de R$ 131,3 milhões em 3 anos.

O advogado Eric Cwajgenbaum, responsável pela defesa de Azevedo, declarou que ainda não teve acesso à decisão final.

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