Ministro Alexandre de Moraes mantém Wladimir Matos Soares sob prisão preventiva. Decisão do STF é tomada após investigação sobre envolvimento em trama golpista.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu manter a prisão preventiva de Wladimir Matos Soares, agente da Polícia Federal condenado a 21 anos por envolvimento em uma trama golpista. A decisão foi comunicada na terça-feira, 30 de dezembro de 2025.
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Na decisão, o ministro de Moraes argumentou que não houve desenvolvimento de novos fatos que justificassem a suspensão da custódia cautelar do agente federal. Wladimir Soares se encontra sob custódia desde novembro de 2024.
Wladimir Matos Soares é parte do núcleo 3 da denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR). A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal o condenou a 18 anos e 6 meses em regime de reclusão, além de 2 anos e 6 meses em detenção. Ele também deverá pagar uma multa de 120 dias.
Em gravações, Wladimir Soares expressou intenções de defender o ex-presidente (PT) e manifestou uma visão agressiva, afirmando que “íamos empurrar meio mundo de gente, íamos matar meio mundo de gente, não estava nem aí mais”. A Polícia Federal identificou que Soares se infiltrou na equipe de segurança do ex-presidente Lula durante a campanha eleitoral de 2022 para fornecer informações estratégicas a um grupo que planejava o golpe.
A defesa de Wladimir Matos Soares nega qualquer envolvimento no planejamento de assassinatos de Lula, Alckmin e Moraes. Durante o interrogatório, o agente afirmou que não participou do suposto plano e revelou ser um admirador dos livros do ministro Alexandre de Moraes, citando que estudou direito com base nas obras do ministro.
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