Ministro Mendonça aprofunda investigação das fraudes no Banco Master! Reunião crucial com a Polícia Federal marcada para 22 de fevereiro de 2026. Daniel Vorcaro no centro da mira. Saiba mais!
O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, agendou uma reunião com delegados da Polícia Federal para aprofundar a investigação sobre as fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro. O encontro está marcado para a segunda-feira, 22 de fevereiro de 2026, conforme confirmado pela assessoria do Supremo Tribunal Federal ao Poder360.
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O horário específico da reunião ainda não foi divulgado.
Mendonça assumiu o caso em 12 de fevereiro de 2026, após o ministro Dias Toffoli ter atuado como relator. Desde então, o ministro Mendonça revisou algumas decisões de Toffoli, incluindo a revogação de restrições impostas aos materiais coletados durante as investigações.
Essa mudança na responsabilidade visa otimizar o andamento da análise do caso.
As investigações sobre o Banco Master remontam a novembro de 2025, quando foram identificadas falhas na gestão de risco e violações das normas do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Em janeiro de 2026, o Banco Central liquidou o Will Bank, que estava ligado ao Master.
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Durante a operação Compliance Zero, executivos da instituição financeira, incluindo Daniel Vorcaro, foram presos e, posteriormente, libertados.
A aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília em setembro de 2025 também se insere nesse contexto. A complexidade do caso e as diversas etapas investigativas demandam acompanhamento constante.
Dias Toffoli deixou a relatoria do caso envolvendo o Banco Master no Supremo Tribunal Federal após uma reunião do plenário. A saída foi formalizada de acordo com as regras internas do tribunal, que permitem a redistribuição de processos a pedido do relator.
O STF esclareceu que não houve reconhecimento de impedimento ou suspeição do ministro Toffoli.
A decisão de Toffoli visava preservar o ambiente institucional da Corte, considerando a repercussão pública sobre a condução do processo e os questionamentos externos.
O Supremo Tribunal Federal realizou uma discussão interna sobre a situação antes de formalizar a redistribuição do caso. O processo passou por sorteio eletrônico entre os integrantes da Corte, conforme previsto no regimento interno. O ministro André Mendonça foi sorteado para assumir o caso e passou a ser responsável pela condução do processo e pela análise das medidas relacionadas ao inquérito.
Antes da decisão de Toffoli, o presidente do STF, Edson Fachin, reuniu os ministros para tratar do tema e apresentar informações da Polícia Federal sobre o andamento das apurações.
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