Polícia Federal Intensifica Investigação no Caso Master com Autorização do Ministro Mendonça
O ministro André Mendonça, que atualmente preside o caso envolvendo o Banco Master, reuniu-se com a Polícia Federal na segunda-feira (23). A confirmação da reunião foi divulgada pela Jovem Pan. A medida ocorre em um momento crucial da investigação, com a PF ganhando mais autonomia para a condução do caso.
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A decisão de Mendonça representa um fortalecimento da atuação da Polícia Federal. Com a nova autorização, a PF poderá ampliar o número de policiais com acesso aos dados relevantes e desenvolver relatórios detalhados sobre as informações encontradas durante a investigação.
Essa flexibilização visa agilizar o processo de análise e coleta de evidências.
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A solicitação da PF inclui a manutenção da “custódia integral dos bens apreendidos” nos depósitos da Polícia Federal, garantindo a segurança e o controle dos materiais coletados. A instituição também pediu que as extrações, indexações e análises sigam o fluxo de trabalho pericial da instituição, com distribuição regular das demandas entre os peritos.
A mudança na relatoria do caso ocorreu em 12 de fevereiro, quando André Mendonça substituiu Dias Toffoli. A substituição foi resultado de sorteio e motivada pelo fato de Toffoli ter sido citado diversas vezes no celular de Daniel Vorcaro, o dono do Banco Máster, conforme relatório da Polícia Federal. Por essa razão, a PF solicitou ao presidente do STF a arguição de suspeição contra Toffoli, buscando declarar o ministro como “suspeito” para que não participasse do processo.
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