Ministro Marinho defende aumento ousado do salário mínimo! 🚀 R$ 110 bilhões podem injetar na economia brasileira em 2026. Saiba mais!
Em entrevista na 3ª feira, 10 de fevereiro de 2026, o ministro do Trabalho e Emprego, Marinho, afirmou que as medidas de valorização do salário mínimo e a nova faixa de isenção de até R$ 5.000 do IR (Imposto de Renda) têm o potencial de injetar R$ 110 bilhões na economia brasileira ao longo de 2026.
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O ministro destacou que o aumento de R$ 3.036 para R$ 5.000 na faixa de isenção do imposto de renda representa uma iniciativa excepcional para a distribuição de renda, com o objetivo de aumentar o poder de compra de mais pessoas.
Marinho enfatizou que a política de valorização do salário mínimo é considerada a ferramenta mais poderosa para a distribuição de renda, e que o governo federal não pode se contentar com um patamar de valorização considerado “pouco” e “baixo”, como R$ 1.621.
Ele acredita que o impacto combinado da isenção do Imposto de Renda e do aumento do salário mínimo pode gerar um impacto econômico significativo.
O ministro Marinho divergiu da política de valorização proposta em 2024 pelo ministro da Fazenda, e que está em vigor desde 2025. Ele argumenta que a remuneração é fundamental para a distribuição de renda e que o governo federal deve buscar um patamar de valorização mais elevado.
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Marinho ressaltou que o governo sozinho não é capaz de implementar todas as medidas necessárias. Ele defendeu a participação ativa da classe trabalhadora brasileira, citando o exemplo da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 5.000 como um passo importante.
O ministro expressou a necessidade de considerar o contexto da economia brasileira, mencionando que, apesar de uma parcela da população ter acesso a uma grande parte da riqueza internacional, é crucial investir na renda da população para evitar críticas e garantir a competitividade do país.
Marinho reiterou o compromisso do governo com a continuidade e o aprofundamento da política de valorização do salário mínimo e da renda das famílias, afirmando que o governo não se contentará com o patamar atual e buscará um valor superior.
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