Ministro do STJ, Marco Buzzi, é Alvo de Investigação por Importunação Sexual em Balneário Camboriú

Ministro do STJ, Marco Buzzi, é investigado por importunação sexual em Balneário Camboriú! Suspeitas chocam o Judiciário. Saiba mais

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(Imagem de reprodução da internet).

Investigação Contra Ministro do STJ Levanta Acusações de Importunação Sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, cautelarmente, afastar o ministro Marco Buzzi das atividades judiciais. A medida ocorre em meio a uma investigação interna por suspeita de importunação sexual. A decisão foi tomada na terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, e segue uma sindicância interna aberta em 4 de fevereiro, após relatos de um incidente envolvendo uma jovem de 18 anos durante as férias em Balneário Camboriú.

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Detalhes da Investigação

A sindicância, conduzida pelos ministros Raul Araújo, Antônio Carlos Ferreira e Francisco Falcão (com a suplente do vice-presidente, Luís Felipe Salomão), surge após relatos de um incidente envolvendo o ministro Marco Buzzi e a jovem. A investigação também inclui apurações da Polícia Federal e do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, que ouviu depoimentos de uma possível vítima e de outros envolvidos.

Reações e Medidas Adotadas

Sob licença médica, Buzzi enviou uma carta aos 32 ministros do Pleno, negando as acusações. A alegação é que as investigações estão causando sofrimento à sua família. Paralelamente, uma ala do STJ avalia que o envio do laudo psiquiátrico para um novo pedido de afastamento é inadequado, considerando que o ministro possui condições médicas para responder ao processo disciplinar.

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A defesa do ministro também questiona o vazamento de informações antes do acesso da defesa aos autos, alegando que pode configurar coação no curso do processo.

Novas Acusações e Possíveis Consequências

O caso foi levado às ministras do STJ pelos pais da vítima, que pediram a responsabilização do magistrado. O ministro Marco Buzzi, 68 anos, é investigado por um incidente envolvendo a jovem durante um banho de mar em Balneário Camboriú. A defesa do ministro alega que o vazamento de informações antes do acesso da defesa aos autos pode configurar coação no curso do processo.

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