Ministro do STF Alerta: Inquérito das Fake News Alcança Marcas Históricas em 2026!

Ministro do STF alerta para relevância histórica do inquérito das fake news! Alexandre de Moraes destaca importância do caso, iniciado em 2019. Operação e vazamento de dados chocam o Brasil. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Ministro do STF Enfatiza Importância Histórica do Inquérito das Fake News

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) destacou nesta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, a relevância histórica do inquérito que investiga a disseminação de notícias falsas. Ele descreveu o período inicial do governo do ex-presidente (PL) como um momento “dramático” para a Corte, ressaltando que sempre apoiou a investigação, que já tramita no tribunal desde 2019.

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Investigação em Andamento

O inquérito, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, apura a disseminação de notícias falsas, além de ameaças e ataques contra membros da Corte. O ministro Toffoli designou Moraes para liderar as funções relacionadas ao caso, reconhecendo a complexidade da situação.

Preocupação da OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) expressou preocupação com a longevidade do inquérito, solicitando ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, cautela na condução das investigações. A entidade argumenta que o procedimento, iniciado em um contexto excepcional, exige observância rigorosa da sua origem e dos limites constitucionais que o legitimam.

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Solicitação da OAB

A OAB solicitou que não sejam instaurados novos procedimentos com conformação semelhante ao inquérito das fake news. A organização busca garantir que a atuação estatal esteja alinhada com a excepcionalidade que originou a investigação e seus limites constitucionais.

Contexto da Investigação

O inquérito das fake news tramita no STF há quase sete anos, com o ministro Alexandre de Moraes atuando como relator. A investigação ganhou destaque após uma operação de busca e apreensão, que resultou na determinação de medidas contra funcionários da Receita Federal e do Serpro, suspeitos de acessar e vazar dados sigilosos de familiares de ministros do Supremo, conforme reportado pelo Poder360.

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