Ministro do Irã acusa EUA de causar tensão no Estreito de Ormuz; veja detalhes!

Ministro do Irã aponta EUA como causa da tensão no Estreito de Ormuz
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, atribuiu a atual situação de “insegurança” no Estreito de Ormuz à “agressão” dos Estados Unidos. Essa declaração foi feita durante uma conversa telefônica com seu equivalente russo, Sergey Lavrov.
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Em contato telefônico realizado nesta segunda-feira, Araghchi comunicou a Lavrov que Teerã enxerga a instabilidade no Estreito como consequência da ação militar dos Estados Unidos e do chamado regime sionista, conforme noticiado pela mídia estatal iraniana.
Posicionamento sobre o tráfego marítimo no Estreito
Araghchi também esclareceu que a passagem de embarcações de outras nações pelo Estreito de Ormuz ocorre mediante coordenação com as autoridades iranianas competentes. Essa afirmação reforça o controle local sobre o fluxo marítimo vital.
Diálogo com a Rússia e o Oriente Médio
Durante a ligação, Lavrov aproveitou a oportunidade para enfatizar a importância de manter o cessar-fogo e evitar qualquer reincidência de confrontos armados na região do Oriente Médio, segundo informações da agência TASS.
Obstáculos diplomáticos citados em conversas internacionais
Em outra ligação, realizada também nesta segunda-feira, Araghchi conversou com Ishaq Dar, chanceler do Paquistão. Ele reiterou que as ações dos EUA representam um grande empecilho para o prosseguimento de qualquer processo diplomático.
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A posição do Irã sobre o cessar-fogo
Ao tratar do tema do cessar-fogo com os EUA, Araghchi informou que o Irã está analisando todos os aspectos envolvidos e que decidirá o melhor caminho a seguir. O Ministério das Relações Exteriores iraniano manifestou seu apreço pelos esforços de mediação e pelos “bons ofícios” do Paquistão nas negociações.
Contexto geopolítico e declarações recentes
O comunicado indicou que Araghchi mencionou ameaças e também o que caracterizou como posições contraditórias e retórica ameaçadora direcionadas ao Irã. Em paralelo, o presidente dos EUA, Donald Trump, fez declarações recentes, afirmando que considera o cessar-fogo com o Irã e que é “altamente improvável” que ele seja estendido sem um acordo formal.
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