Ministro Critica Projeções do Mercado sobre o Crescimento do PIB
O ministro, em entrevista à EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) na quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, manifestou sua discordância com as previsões do mercado financeiro sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Ele argumentou que os economistas frequentemente ignoram o “PIB dos mais pobres”, que considera o desenvolvimento social como um componente essencial do desenvolvimento econômico.
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Em sua fala, o ministro expressou um ceticismo em relação às previsões anuais do mercado, afirmando que “muitos economistas erram –e estão errando todo ano– na hora de fazer as previsões de crescimento econômico. Como dizem lá no meu Nordeste, um pessimismo de lascar.
E aí, quando termina o ano, 3,4% de crescimento. Por quê? Eu digo: É o PIB dos mais pobres”.
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Apesar das projeções do mercado financeiro para 2024, que apontavam para um crescimento da economia brasileira, o ministro ressaltou a importância de analisar o impacto dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, na economia. Ele mencionou que cerca de 9 milhões de famílias, contempladas integral ou parcialmente pelo programa, possuem carteira assinada.
O ministro enfatizou que a política do governo, que determina a saída do Bolsa Família apenas com a saída da pobreza, representa uma mudança positiva. Ele explicou que, ao sair do programa, a família não enfrenta dificuldades para retomar o benefício em caso de perda de emprego, evitando filas e incertezas.
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Diante da disseminação de boatos nas redes sociais sobre a inclusão de condicionantes para o pagamento do Bolsa Família, o ministro acionou a Polícia Federal (PF) para investigar os responsáveis. Ele classificou a situação como “gente do mal cometendo crime” e garantiu que a PF irá identificar e punir os envolvidos.
