O ministro da Fazenda, em entrevista na quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, detalhou o compromisso do governo federal com a reconstrução das contas públicas. A declaração ocorreu em resposta aos resultados fiscais do ano anterior e às projeções para o próximo ciclo orçamentário.
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O ministro ressaltou que o governo assumiu a responsabilidade por um déficit inicial de 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB).
Desfechos e Reavaliação do Déficit
Segundo o ministro, a avaliação inicial do déficit foi influenciada por fatores como o reajuste do programa Bolsa Família e a ausência de pagamento de precatórios. Ele esclareceu que, após uma análise mais aprofundada, o déficit real identificado foi de R$ 13 bilhões, em vez dos R$ 61 bilhões inicialmente divulgados.
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Estratégias para o Ajuste Fiscal
O ministro explicou que a melhoria no resultado fiscal foi alcançada através de duas principais medidas: a contenção de gastos e o corte de tributos, subvenções e subsídios. Ele considerou que esses últimos eram benefícios fiscais excessivos, concentrados em grandes empresas e, portanto, desnecessários.
Impacto no Cenário Econômico
O ministro enfatizou que o ajuste fiscal é crucial para sustentar a continuidade da redução da taxa básica de juros. Ele mencionou a recente sinalização do Comitê de Política Monetária (Copom) como um indicativo positivo. Além disso, expressou otimismo em relação à desaceleração da inflação, prevendo que a inflação acumulada em quatro anos será a menor da história do país.
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Reação do Mercado Financeiro
O ministro rebateu o ceticismo do mercado financeiro em relação ao cumprimento da meta fiscal, afirmando que essa desconfiança é um padrão recorrente. Ele observou que, apesar das dúvidas, o governo tem demonstrado capacidade de alcançar os objetivos estabelecidos.
