O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, foi designado para relatar o inquérito que investiga acusações de assédio sexual contra um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A informação foi divulgada pelo Poder360, e o ministro Nunes Marques estava em Balneário Camboriú, Santa Catarina, em janeiro de 2026.
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Reação Inicial do Ministro
Em comunicado, o gabinete do ministro Kassio Nunes Marques afirmou que ele ficou “surpreso com o teor das insinuações” e que “repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”. A situação gerou uma rápida reação dentro do STJ.
Envolvimento de Ministras do STJ
Três ministras do STJ, lideradas pelo presidente da Corte, ministro Herman Benjamin, levaram o caso a ele na terça-feira (3.fev.2026). Elas solicitaram uma investigação completa e a remoção do ministro da questão. A situação foi tratada em caráter de sigilo pela Corte Especial, formada pelos 15 ministrados mais antigos do STJ, conforme apurado pelo Poder360.
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Investigação e Depoimentos
O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, colheu o depoimento da mãe da vítima na quarta-feira (4.fev). A investigação contou com a presença de um integrante do Ministério Público Federal, uma delegada da Polícia Federal e o juiz auxiliar.
O ministro Buzzi enfrentará processos disciplinares no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e criminais no Supremo Tribunal Federal.
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Possíveis Consequências
Uma parte do STJ defende a aposentadoria compulsória do ministro Buzzi. A possibilidade de um impeachment no Senado Federal também foi levantada. A família da vítima busca a responsabilização do magistrado. O caso está sendo acompanhado de perto, com a expectativa de que as próximas etapas da investigação determinem o desenrolar da situação.
