STJ investiga ministro Buzzi! Nova reviravolta no caso com pedido de licença e possíveis consequências. Saiba mais!
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) está conduzindo uma investigação interna sobre o ministro Marco Buzzi, de 68 anos. A comissão de sindicância, que deve apurar a conduta do ministro, foi formada com a participação dos ministros Raul Araújo e Antônio Carlos Ferreira, além de uma jovem de 18 anos.
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Há uma expectativa interna no STJ de que a corte defina um novo nome para liderar a investigação ainda hoje. O Poder360 apurou que o caso já foi levado à Presidência do Tribunal, onde houve um novo sorteio em papel para determinar o responsável pela condução do processo.
Durante a sessão, Buzzi negou veementemente as acusações, afirmando ter conhecimento das alegações apenas através da imprensa. Ele participou brevemente do julgamento que definirá seu futuro na corte, apresentou sua defesa e então se retirou do plenário.
O ministro formalizou, na quinta-feira (5.fev.2026), o pedido de licença ao presidente da Corte, Herman Benjamin, com uma licença de 10 dias, podendo ser renovada.
Em nota, Buzzi informou que teve um “forte mal-estar” na noite anterior e foi levado a um hospital em Brasília, onde está internado. Ele relatou ter instalado stents em seu coração nos últimos cinco anos e possuir uma marca-passo, necessitando de atenção médica redobrada em situações de alta tensão.
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A família da vítima, que estava hospedada na casa de Buzzi em Balneário Camboriú, Santa Catarina, solicitou a responsabilização do magistrado.
O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, colheu o depoimento da mãe da vítima, acompanhado por representantes do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. Buzzi responderá disciplinarmente no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e criminalmente no Supremo Tribunal Federal.
Há também a possibilidade de um processo de impeachment no Senado Federal.
O CNJ declarou que o caso está tramitando em sigilo, conforme determina a legislação brasileira, para preservar a intimidade da vítima e evitar a revitimização. A Corregedoria Nacional de Justiça colheu depoimentos no âmbito do processo.
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