Ministra Palestina Acredita que Resolução da ONU é “Primeiro Passo” para Paz em Gaza

ONU considera resolução como “primeiro passo” para paz em Gaza. Ministra Palestina, Shahin, avalia como crucial para cessar conflito. Resolução da ONU autoriza força multinacional

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(Imagem de reprodução da internet).

Resolução da ONU é “Primeiro Passo” para a Paz, Afirma Ministra Palestina

A Ministra das Relações Exteriores da Palestina, Shahin, classificou a resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) que apoia o plano do presidente norte-americano para encerrar o conflito em Gaza como um “primeiro passo” em direção à paz.

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A declaração foi proferida nesta terça-feira, 18 de novembro de 2025, durante uma visita diplomática às Filipinas. A informação foi divulgada pela agência de notícias Reuters.

Aprovação da Resolução no Conselho de Segurança

O Conselho de Segurança da ONU aprovou na segunda-feira, 17 de novembro, uma resolução que autoriza o envio de uma força multinacional de segurança para a área de conflito. A resolução também estabelece a criação de um Conselho de Paz para supervisionar a reconstrução e recuperação econômica do território palestino.

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Pontos Abordados pela Ministra

Shahin enfatizou que a resolução da ONU representa um “primeiro passo” crucial, essencial antes de qualquer outra ação. Segundo ela, a necessidade do passo se deve à ausência de um cessar-fogo estabelecido. A ministra ressaltou que questões fundamentais como a autodeterminação palestina e a independência do território ainda precisam ser discutidas e resolvidas.

Implementação do Plano de Trump

Shahin declarou que a implementação do plano proposto pelo presidente norte-americano deve seguir o direito internacional. A ministra indicou que o plano, que condiciona a possibilidade de um Estado palestino à realização de reformas pela Autoridade Palestina, poderá ser tratado em etapas futuras. “Desde que esses elementos estejam lá, estamos satisfeitos com este primeiro passo”, afirmou.

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Rejeição do Governo Israelense

O governo israelense se manifestou contrário à ideia de uma Palestina independente e rejeitou qualquer envolvimento da Autoridade Palestina na governança de Gaza. Apesar das acusações de violações da trégua, o acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas, que entrou em vigor em 10 de outubro, permanece válido.

O Hamas liberou a maioria dos reféns de Gaza, mas ainda detém três corpos.

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