Ministério Público denuncia quatro por morte em salto de rope jump

Lead: Na terça – feira, 7 de julho de 2026, o Ministério Público de São Paulo denunciou quatro indivíduos por envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, vítima de um acidente durante a prática de rope jump em Limeira, interior de São Paulo.
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O caso ocorreu no dia 13 de junho de 2026, quando Maria Eduarda realizou um salto sem corda de uma ponte, e faleceu devido a politraumatismos. A denúncia formalizada agora aguarda análise pela Justiça Paulista.
Denúncia e Acusação
O MinistérioPúblico de São Paulo (MPSP) acusou Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne dos Santos Gonçalves de homicídio com dolo eventual. A acusação formal se baseia no conhecimento dos riscos inerentes à atividade de rope jump, que os denunciados supostamente não mitigaram adequadamente.
Os três homens foram autuados em flagrante e tiveram suas prisões convertidas em preventivas após terem participado diretamente do arremesso da vítima. Evelyne dos Santos Gonçalves, por sua vez, foi indiciada por fraude processual, devido a tentativas de obstruir as investigações ao eliminar a câmera presa ao corpo de Maria Eduarda.
Segundo as investigações, Evelyne atuava como gerente da logística, captação de clientes e divulgação comercial da empresa Entre Cordas, contratada por Maria Eduarda para o salto. O MP argumenta que, com essa função, ela tinha o dever de garantir padrões mínimos de segurança.
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Pedidos do Ministério Público
O MPSP solicitou a manutenção da prisão preventiva dos três homens e a conversão da prisão temporária de Evelyne em preventiva. Além disso, o órgão pediu que o Judiciário determine uma indenização de R 200 mil pelos danos causados.
Investigação e Circunstâncias do Acidente
Maria Eduarda Rodrigues procurou a empresa Entre Cordas para realizar o salto de rope jump, mas faleceu após ser lançada da ponte. No momento do salto, ela não estava presa à corda de proteção. Testemunhas relataram o pânico e os gritos ao perceberem a ausência de segurança.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) no local até a chegada de outras equipes. No entanto, Maria Eduarda faleceu ainda no local devido a politraumatismos.
A jovem foi velada no dia seguinte ao acidente, no Cemitério Municipal de Jandira, na Grande São Paulo.
Repercussão e Próximos Passos
A CNN Brasil tenta contato com a defesa dos suspeitos. O espaço permanece aberto para novas informações sobre o caso. A Justiça Paulista analisará a denúncia do MPSP e determinará o destino dos quatro indivíduos acusados.
Autor(a):
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