Ministério Lança Centro para Enfrentar Violência Contra Mulheres
Na quarta-feira, 25 de março de 2026, o Ministério da Justiça e Segurança Pública apresentou oficialmente o CIMS – Centro Integrado Mulher Segura. A iniciativa visa fortalecer significativamente o combate à violência contra a mulher, buscando uma abordagem mais abrangente e eficaz.
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O centro será o ponto de convergência de dados estratégicos, conectando diferentes bancos de informações para auxiliar na prevenção, proteção e responsabilização dos agressores.
Desafios e Estrutura do Centro
O Ministério da Justiça identificou dois desafios importantes na segurança pública: a falta de integração entre os sistemas de informação e a fragmentação dos dados existentes. O CIMS atuará como um núcleo nacional de inteligência, responsável por coletar, analisar e compartilhar informações estratégicas.
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Essa estrutura de apoio é fundamental para a tomada de decisões e para aprimorar as políticas públicas relacionadas à segurança das mulheres.
Integração com o Pacto Nacional
A criação do CIMS está alinhada com o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, um acordo firmado em fevereiro entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O objetivo é garantir uma atuação coordenada e unificada no combate a esse crime.
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Iniciativas Adicionais de Segurança
Além do CIMS, o Ministério também anunciou o lançamento do programa Alerta Mulher Segura. Esta iniciativa, que começará a ser implementada no primeiro semestre, oferecerá medidas protetivas de urgência para mulheres vítimas de agressão e violência doméstica.
Cada mulher receberá um relógio de monitoramento que emitirá um alerta em tempo real caso o agressor viole a medida protetiva e se aproxime.
Tecnologia e Monitoramento
O dispositivo, integrado à tornozeleira eletrônica do agressor, acionará as autoridades de segurança. O programa Alerta Mulher Segura investirá R$ 25 milhões e atenderá inicialmente cerca de 5.000 mulheres. O monitoramento contínuo, baseado em dados de registros de ocorrência, monitoramento eletrônico e denúncias feitas através do Ligue 180 e 190, permitirá respostas mais rápidas e eficazes.
A integração dessas informações é crucial para garantir a segurança das mulheres.
