Ministério e Aneel Inovem: Novos Planos de Energia Definem Futuro Sustentável do Brasil!

Ministério e EPE abrem consulta pública para PNE 2035 e 2055! ⚡️ Investimentos de R$ 2 trilhões e R$ 600 bilhões em expansão energética. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Ministério de Minas e Energia e Empresa de Pesquisa Energética Abertam Consultas Públicas para Novos Planos de Energia

Nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, o Ministério de Minas e Energia, em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética, iniciou as consultas públicas para o Plano Decenal de Expansão de Energia (PNE) 2035 e o Plano Nacional de Energia (PNE) 2055.

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Esses documentos são cruciais para o planejamento energético do Brasil, servindo como base para decisões de investimento, regulação e políticas públicas. O objetivo é garantir um futuro energético mais sustentável e eficiente para o país.

Principais Números e Projeções

O PNE 2055 prevê investimentos significativos, totalizando até R$ 2 trilhões na expansão da matriz elétrica e R$ 600 bilhões em transmissão. As projeções indicam que a demanda total de energia pode dobrar até 2055, com um aumento de até 4,2 vezes no consumo de eletricidade nesse mesmo período.

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A digitalização também é um ponto chave, com estimativas de que o consumo de datacenters possa atingir 300 TWh.

Diferenças entre PNE e PDE

O PNE 2055 foi elaborado com base em seis cenários prospectivos, dos quais três foram selecionados para modelagens quantitativas. O Plano Detalhado de Expansão (PDE), por sua vez, detalha as necessidades concretas de expansão no horizonte decenal.

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O PDE apresenta dados recentes, incluindo a previsão de mais de 100 GW de nova oferta elétrica, totalizando 359 GW de capacidade instalada, além de mais de 29.000 km de novas linhas de transmissão e 6 GW em baterias.

Metas e Compromissos Futuros

Os planos também preveem a produção anual de 50 bilhões de litros de etanol e 2,8 bilhões de litros de SAF (combustível sustentável de aviação), com o pico da produção de petróleo estimado para 2032. O governo busca ampliar a previsibilidade regulatória, atrair investimentos e alinhar o setor às metas de descarbonização e ao compromisso de neutralidade de carbono até 2050. Esses planos não determinam investimentos obrigatórios, mas funcionam como um sinal importante para o mercado.

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