Thaisa Ludwig alerta: mudança de carreira é sinal de alerta para o bem-estar! 🚀 Descubra como a busca por novas oportunidades pode indicar desconexão e esgotamento. 🤯 Saiba mais!
A crescente busca por mudanças profissionais não é apenas uma moda passageira, mas sim um reconhecimento da importância do bem-estar no ambiente de trabalho. Segundo Thaisa Ludwig, coach de carreira e liderança, o sentimento de que não se está rendendo no trabalho, o corpo e a mente “desconectados” e a sensação de esgotamento, longe de serem sinais de falta de resiliência, são alertas importantes.
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Ludwig, que passou por essa experiência na prática antes de se tornar coach, ressalta que a mudança profissional pode ser uma estratégia de sobrevivência, tanto emocional quanto física.
A transição de carreira não se resume a buscar um cargo maior ou uma função diferente. É um processo que exige autoconhecimento e alinhamento com os valores pessoais. “Muitas pessoas buscam um cargo maior, mas não percebem que a rotina daquele cargo vai aprofundar o sofrimento.
Em outros casos a pessoa valoriza muito a qualidade de vida, mas a empresa onde trabalha exige muito hora extra”, explica Ludwig. A coach enfatiza que o primeiro passo é identificar valores como qualidade de vida, flexibilidade, reconhecimento, autonomia e alinhamento com o propósito pessoal.
Ludwig destaca que grande parte do sofrimento no ambiente de trabalho não vem da falta de competência técnica, mas da ausência de inteligência emocional. “A gente passa a vida se qualificando tecnicamente, mas não aprende a lidar com insegurança, pressão, medo de errar ou de mudar”.
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A coach ressalta que desenvolver habilidades como inteligência emocional, produtividade sustentável e saúde mental são tão importantes quanto adquirir novas habilidades técnicas.
A coach orienta a criar um plano de transição, mesmo que seja flexível. É importante mapear o que você já tem (experiência, rede, competências) e o que precisa desenvolver (formação, soft skills, reserva financeira). “Transição sem plano tende a aumentar a ansiedade”, afirma. Além disso, é fundamental preparar o emocional, pois medo, insegurança e julgamento externo fazem parte do processo. A partir de maio deste ano, a nova , do Ministério do Trabalho e Emprego, exigirá que as empresas avaliem os riscos psicossociais na gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST).
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