Ministério da Saúde avalia apoio à Venezuela após ataque ao sistema de saúde. Ministro Padilha monitora situação na fronteira e avalia Operação Acolhida.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, comunicou nesta segunda-feira (05) que o Ministério da Saúde está preparado para responder a possíveis impactos decorrentes do ataque dos Estados Unidos à Venezuela no sistema de saúde brasileiro. Apesar da ausência de alterações no fluxo migratório entre os dois países, Padilha enfatizou a capacidade de mobilização da pasta.
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A equipe do Ministério da Saúde, em conjunto com a Anvisa e o DSEI, realiza monitoramento diário da situação na fronteira. Essa avaliação constante visa identificar qualquer necessidade de reforço no atendimento. A possibilidade de implementação da Operação Acolhida está sendo considerada, com um plano detalhado pronto para ser acionado caso haja aumento da demanda.
O ministro ressaltou que a Venezuela, com cerca de 16 mil pacientes em tratamento de diálise (aproximadamente 10% do total de pacientes no Brasil, que ultrapassa 170 mil), pode enfrentar desabastecimento após a destruição de um centro de distribuição de medicamentos e insumos para diálise.
O Ministério da Saúde da Venezuela já confirmou a destruição do centro.
O Ministério da Saúde brasileiro se mobiliza para apoiar o povo venezuelano, garantindo que a cooperação entre os países seja mantida e fortalecida, sem comprometer o SUS e o atendimento à população brasileira. A prioridade é reduzir ao máximo os impactos de um eventual aumento no fluxo migratório, assegurando a estabilidade do sistema de saúde nacional.
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