Ministério da Gestão exige biometria para programas sociais em 2026. Nova CIN será base biométrica para beneficiários de Bolsa Família, INSS e outros. Exceções para idosos, migrantes e pessoas com dificuldades
A partir de maio de 2026, novos beneficiários de programas sociais e aqueles que precisam renovar seus benefícios precisarão emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN) para realizar o cadastro biométrico. Essa medida, formalizada em portaria a ser publicada na sexta-feira (21), faz parte da estratégia do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para modernizar os programas sociais e prevenir fraudes.
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Atualmente, cerca de 84% dos 68 milhões de beneficiários já possuem biometria registrada em bases oficiais, como a CIN, o cadastro da Justiça Eleitoral ou a Carteira Nacional de Habilitação. O objetivo é garantir maior segurança e evitar desvios de recursos públicos.
O processo de implementação será gradual, com as seguintes etapas:
O governo prevê exceções para grupos que possam enfrentar dificuldades no cadastramento. Esses grupos não precisarão fazer a biometria enquanto o Poder Público não oferecer condições adequadas de atendimento. A comprovação da exceção será feita por meio de documentos.
A atualização cadastral será realizada durante a manutenção dos benefícios, como a prova de vida. Quem não tiver biometria será avisado com antecedência e deverá procurar os institutos de Identificação dos estados e do Distrito Federal para emitir a CIN.
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