Ministério da Fazenda expõe desconfiança em caso Banco Master! 😱 Haddad critica falta de recursos no FGC e exige investigação urgente. O que revelou! Saiba mais
Em entrevista à BandNews, nesta terça-feira (3.fev.2025), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou crescente desconfiança em relação ao caso envolvendo o Banco Master, no contexto das discussões sobre a proposta de autonomia financeira do Banco Central.
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A preocupação do ministro surgiu, em parte, com a sugestão de aumentar a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
Haddad relatou ter começado a suspeitar do caso ao observar a discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da autonomia financeira, e a subsequente proposta de ampliar o valor da garantia oferecida pelo FGC. Segundo ele, a quantia de R$ 250.000, anteriormente estabelecida, não parecia ser suficiente para garantir a operação do Banco Master.
O ministro informou que levou o caso ao então presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, após a mudança na liderança. “Desde o primeiro momento, a orientação do presidente da República era clara: se houver suspeita de crime, a autoridade responsável deve agir”, declarou Haddad.
Ele também esclareceu que nunca teve conversas sobre o caso com o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Durante sua gestão, Haddad afirmou que o caso era tratado com grande opacidade.
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Gabriel Galípolo participou de uma audiência pública em 4 de dezembro de 2025. Na ocasião, ele ocupava o cargo de diretor de Política Monetária do Banco Central.
Haddad classificou o caso Master como grave e expressou perplexidade com a magnitude do problema. Ele enfatizou a necessidade de avançar nas investigações para identificar os responsáveis e rastrear o destino dos recursos. “Alguém tem que tomar providências e recuperar esse dinheiro.
O caminho do dinheiro existe. Esse dinheiro desapareceu. Tem que saber para onde foi”, afirmou.
Sobre a gestão de Galípolo, Haddad ressaltou que o Banco Central “tomou as medidas necessárias”. Ele também destacou que o Banco Central já havia acionado o Ministério Público e a Polícia Federal, em resposta à situação. “Eu penso que o Banco Central já está entregando um bom trabalho na questão regulatória, porque herdou um abacaxi do tamanho que herdou”, avaliou.
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