Milei Propõe Tropas Argentinas para Gaza como Parte do Conselho de Paz
Em uma reunião marcante, o presidente argentino Javier Milei anunciou a disponibilidade de tropas do país para serem integradas a uma força de estabilização na Faixa de Gaza. A proposta foi feita durante a primeira cúpula do “Conselho da Paz”, iniciativa lançada pelo presidente americano Donald Trump.
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Milei enfatizou que a Argentina dispõe de “capacetes brancos” – uma referência às tropas argentinas com histórico em missões de paz – para auxiliar na missão.
O presidente argentino justificou a oferta como um capital comprovado em operações de paz, destacando a necessidade de uma força de estabilização no território palestino, especialmente em vista do cessar-fogo negociado entre Israel e Hamas. A iniciativa surge como parte de um esforço mais amplo para garantir a segurança e a estabilidade na região.
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Conselho da Paz e Contribuição de Trump
A reunião inaugural do “Conselho da Paz” ocorreu no Instituto de Paz de Washington, onde Trump anunciou uma contribuição inicial de 10 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 52,33 bilhões) para financiar a operação. A cúpula reuniu líderes de dezenas de países, além de representantes de outras nações, demonstrando um esforço global para abordar o conflito.
Participação Internacional e Contexto Local
Diversos países manifestaram interesse em participar da força de estabilização. A Indonésia assumirá o papel de comandante adjunto, enquanto o Marrocos também oferecerá tropas e policiais, com o objetivo de treinar um novo corpo policial na Faixa de Gaza.
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A situação no território continua tensa, com frequentes incidentes militares e um elevado número de vítimas.
Histórico Argentino e Visão de Trump
A Argentina já participou de operações sob a bandeira da ONU em conflitos passados, como na ex-Iugoslávia nos anos 1990 e no Haiti. Milei ressaltou a importância de uma diplomacia que assume riscos e de uma liderança forte, como a do presidente Trump, para alcançar a paz duradoura.
A cúpula busca, além de Gaza, estabelecer um novo paradigma para a construção da paz, baseado na defesa inabalável dos princípios fundamentais.
