Milei, Erdogan e Rubio formam conselho para supervisionar Gaza e reconstrução

Estados Unidos convidam Milei e Erdogan para Conselho da Paz em Gaza | Trump lança iniciativa para reconstruir Faixa de Gaza.

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente dos Estados Unidos convidou os presidentes da Argentina, Javier Milei, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, para integrar o Conselho da Paz. A iniciativa visa supervisionar o governo tecnocrático da Faixa de Gaza. Milei, aliado na América Latina, anunciou em sua rede social X (antigo Twitter) que recebera o convite, destacando-se como “membro fundador” do conselho, criado com o objetivo de promover a paz duradoura em regiões afetadas por conflitos, começando pela Faixa de Gaza.

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Participantes do Conselho

Além de Milei e Erdogan, o conselho conta com a participação do secretário de Estado americano, Marco Rubio, e do ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Também farão parte do grupo os enviados de Trump ao Oriente Médio, Steve Witkoff e Jared Kushner, o empresário Marc Rowan, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, e o assessor Robert Gabriel.

Outros Convidados

O convite se estendeu ao presidente do Egito, Abdel Fatah al-Sisi, e ao primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, que manifestou interesse em aceitar. O conselho será presidido por um membro e integrará a estrutura para a região.

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Conflito e Reconstrução

O Conselho da Paz atuará em conjunto com o Comitê Nacional para o Governo de Gaza (NCAG), liderado por Ali Shaath, ex-ministro dos Transportes da Autoridade Palestina, nascido em Khan Yunis, na Faixa de Gaza, responsável pela reconstrução do território, devastado após dois anos de bombardeios.

Plano de Trump e Acordos Internacionais

A criação do órgão avança no plano anunciado em fevereiro de 2025, pouco após o retorno de Trump à Casa Branca, quando afirmou que os Estados Unidos exerceriam controle administrativo e militar sobre o território. O acordo prevê o envio de uma força militar de estabilização, formada por Exércitos de países árabes, e o desarmamento do Hamas, ponto mais sensível do tratado.

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O Hamas afirma que só entregará as armas após a criação de um Estado palestino, tema reservado à terceira fase do plano.

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