Miguel Falabella e Marisa Orth lamentam demolição do teatro onde “Sai de Baixo” foi gravado

Miguel Falabella e Marisa Orth lamentam demolição do teatro Procópio Ferreira, palco de “Sai de Baixo”. Icônico programa da Globo teve gravações no espaço.

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(Imagem de reprodução da internet).

Artistas renomados, Miguel Falabella e Marisa Orth, expressaram sua tristeza nas redes sociais, neste sábado (24), em relação à demolição do teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. O espaço, que teve um papel fundamental na história do humor brasileiro, foi palco das gravações do icônico programa “Sai de Baixo”, da Globo, entre 1996 e 2002.

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Lamentações de Ícones do Humor

Falabella e Orth, ambos com legados marcantes na televisão, lamentaram a perda de um local que representava momentos de alegria e risadas para inúmeras pessoas. A demolição do teatro, que se tornou um símbolo da cultura popular, gerou sentimentos de perda e tristeza entre os artistas e fãs do programa.

O Teatro Procópio Ferreira: Um Legado de Risos

O teatro, com capacidade para 700 espectadores, era o cenário perfeito para as tramas farsescas do “Sai de Baixo”, conduzido por Daniel Filho. A plateia, que acompanhava ao vivo as produções, contribuía para a atmosfera única do local, transformando-o em um dos principais palcos do humor na televisão brasileira.

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Detalhes da Demolição e do Programa

A demolição do teatro, localizada na rua Augusta, foi motivada pela especulação imobiliária na região. O espaço, construído em 1948 por Gastão Rachou, teve um papel importante na cultura de São Paulo, recebendo produções teatrais e artísticas por 77 anos.

A equipe do programa, que contava com 102 pessoas, garantia a qualidade das gravações com microfones espalhados pelo teatro.

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A História de Caco e Magda

A história do humorístico se passava em um apartamento no largo do Arouche, na região de Campos Elísios, que no passado era considerado um bairro nobre e frequentado por estrelas internacionais. Caco e Magda, um casal que vivia situações cômicas e absurdas, eram um retrato da vida cotidiana, com Caco frequentemente em apuros e Magda enfrentando as consequências de suas trapalhadas. “Cala a boca, Magda”, dizia Caco, frase que se tornou um bordão.

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