Miguel Díaz-Canel Acusa EUA de “Sufocar” Economia de Cuba – Críticas e Acusações Urgentes

Miguel Díaz-Canel acusa Trump de tentar “sufocar” economia de Cuba!
Novo ataque de tarifas contra Havana e países aliados.
Venezuela, Rússia e China sob risco com a nova estratégia

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Presidente de Cuba Acusa Estados Unidos de Tentar “Sufocar” Economia

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou publicamente o que ele descreveu como uma tentativa do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de prejudicar a economia cubana através da imposição de novas tarifas. Em uma postagem na rede social X, Díaz-Canel expressou preocupação com a medida, alegando que ela se baseava em um “pretexto falso e sem fundamento”.

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A acusação central é que Trump busca restringir o acesso de Cuba a recursos energéticos cruciais.

Nova Política de Tarifas e Impacto Energético

A iniciativa proposta visa taxar países que comercializam petróleo com Cuba, seja diretamente ou por meio de intermediários. Segundo o líder cubano, o objetivo é criar uma pressão econômica significativa, dificultando o acesso de Cuba a combustíveis essenciais para o funcionamento de setores vitais como transporte, geração de energia e indústria.

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Detalhes da Estratégia de Tarifas

A nova política, conforme detalhado pela Jovem Pan News, concede ao presidente dos Estados Unidos a flexibilidade de declarar emergências nacionais com base nas relações de Cuba com países considerados “hostis”. Além disso, permite a aplicação de tarifas adicionais sobre produtos importados de países que forneçam petróleo a Cuba, mesmo que a transação ocorra através de terceiros.

A decisão final sobre a magnitude e o momento da imposição das tarifas será tomada com base em recomendações de diversos departamentos governamentais, incluindo Comércio, Estado, Tesouro e Segurança Interna.

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Implicações Regionais e Países Potencialmente Afetados

A estratégia de tarifas representa uma mudança significativa na abordagem das sanções impostas aos Estados Unidos. Em vez de apenas punir Cuba, a medida visa criar um efeito cascata, impactando países que mantêm relações energéticas com Havana.

Países como Venezuela, Rússia, China e Irã são considerados potencialmente afetados por essa nova política, que busca aumentar o custo político para qualquer nação que mantenha laços comerciais com Cuba.

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