Acordo Mercosul-UE pode ser aprovado em fevereiro! Vice-presidente Alckmin sinaliza aprovação na Câmara até o fim do mês. Negócio bilionário abre US$ 22 trilhões e impulsiona economia brasileira. Saiba mais!
O vice-presidente do Brasil, também ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), sinalizou nesta quarta-feira (11 de fevereiro de 2026) que a aprovação do acordo entre Mercosul e União Europeia na Câmara dos Deputados pode ocorrer até o final do mês.
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A primeira etapa do processo será analisada pelo Parlasul (Parlamento do Mercosul). A declaração foi feita após uma reunião com senadores do PSD-MS e do PP-MS.
Segundo o vice-presidente, a Câmara poderá decidir se vota o projeto em plenário ou se forma uma comissão especial para analisar o caso. Ele expressou otimismo quanto à aprovação até o fim de fevereiro, com o objetivo de, posteriormente, encaminhar o acordo para o Senado, que já havia criado um grupo de trabalho para aprimorar as salvaguardas.
Apesar do otimismo do governo, na terça-feira (10 de fevereiro de 2026), a representação brasileira no Parlasul adiou a decisão sobre o parecer da União Europeia. O adiamento ocorreu após pedido de vista do deputado do PCdoB-PE. O texto será novamente debatido em 24 de fevereiro.
O vice-presidente destacou que o comércio exterior é crucial para a geração de empregos e renda. Em 2025, o Brasil alcançou um recorde de US$ 429 bilhões em exportações e um volume de comércio de US$ 629 bilhões. Ele ressaltou que o acordo com a União Europeia, que reúne 27 países e 720 milhões de pessoas, abre um mercado de US$ 22 trilhões.
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Alckmin informou que a redução tarifária será gradual, com um prazo aproximado de 10 anos no caso brasileiro. Ele enfatizou que o modelo protege segmentos sensíveis e cria oportunidades para ampliar as vendas de produtos industriais com maior valor agregado.
A Embraer e a indústria de defesa foram citadas como exemplos de setores que dependem de exportações para manter escala e competitividade.
Para o vice-presidente, o acordo representa “o maior tratado entre blocos do mundo” e consolida a estratégia de integração comercial iniciada com Mercosul-Singapura e Mercosul-Efta, bloco formado por Suíça, Noruega, Liechtenstein e Islândia.
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