Mercosul e União Europeia: Assinatura do Acordo em Januário de 2026 é Definida por Consenso

Conselho Europeu dá luz a acordo Mercosul-UE. Governo brasileiro e Argentina definem prazos para assinatura do tratado. Lula celebra multilateralismo.

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O governo brasileiro não apresentou uma data específica para a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Essa informação foi divulgada após a aprovação do Conselho Europeu do tratado, em 9 de janeiro de 2026. Ministérios como Relações Exteriores e Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços confirmaram que a cerimônia ocorrerá em um momento a ser definido por consenso entre os países membros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Posição da Argentina

O governo argentino também manifestou otimismo, afirmando que a assinatura do acordo está prevista para 17 de janeiro, com a realização do evento no Paraguai. Pablo Quirno, ministro de Relações Exteriores da Argentina, divulgou essa informação.

Aprovação e Próximos Passos

A aprovação pelo Conselho Europeu representa um marco importante, após mais de 26 anos de negociações. O acordo envolve os dois maiores blocos econômicos do mundo, abrangendo aproximadamente 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto combinado superior a US$ 22 trilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diálogo e Prioridades

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por telefone com o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, para celebrar a aprovação e reforçar o compromisso com o multilateralismo e regras comerciais previsíveis. Lula expressou gratidão pelo empenho da Espanha e aguarda benefícios concretos para os dois blocos.

Contexto e Desafios

O governo brasileiro enxerga o acordo como resposta ao avanço do protecionismo no cenário internacional. Durante a presidência do Brasil no Mercosul, o tema foi tratado como prioridade, com articulações diretas com líderes europeus e o reforço do discurso ambiental como forma de superar resistências.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Após a assinatura, o acordo ainda precisará ser ratificado pelos parlamentos nacionais.

Sair da versão mobile