Mercados globais sobem com otimismo e foco em cortes de juros e NVIDIA

Mercados globais sobem com foco em cortes de juros e Nvidia anuncia novidade. Bolsas da Europa e China em alta. Nvidia lança chip “Vera Rubin” para IA. TCU investiga Banco Central no caso Master

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(Imagem de reprodução da internet).

Os mercados financeiros globais demonstraram um apetite crescente por risco nesta terça-feira (6). Apesar das tensões geopolíticas entre Venezuela e Estados Unidos, investidores concentraram-se em dados macroeconômicos e na expectativa de cortes nas taxas de juros dos Estados Unidos.

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O desempenho positivo foi notório em diversos mercados.

Desempenho das Bolsas

As bolsas europeias registraram altas significativas, com índices da Alemanha e da Espanha atingindo máximas históricas. Na Ásia, o cenário também foi positivo. As ações chinesas fecharam nos níveis mais altos em quase uma década, com o índice de Xangai subindo 1,5%, alcançando seu melhor patamar desde julho de 2015.

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Mercados do Japão e da Coreia do Sul também avançaram mais de 1%.

Análise dos Mercados

Analistas acompanham de perto os possíveis impactos da situação na Venezuela sobre a commodity. A atenção dos investidores está voltada principalmente para os previstos para esta semana, especialmente o relatório de emprego que será divulgado na sexta-feira, o qual poderá influenciar as projeções sobre a próxima decisão do Federal Reserve quanto às taxas de juros.

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Novidade da NVIDIA e Ação no Brasil

Em meio ao otimismo dos mercados, a NVIDIA anunciou sua próxima geração de chips para inteligência artificial. Batizado de “Vera Rubin”, o novo sistema já está em produção e deve chegar ao mercado em 2026. Durante evento em Las Vegas, Jensen Huang, CEO da empresa, explicou que a nova tecnologia funcionará como um sistema de seis chips integrados, oferecendo até cinco vezes mais capacidade de processamento para aplicações de IA.

Investigação do TCU no Brasil

O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu inspeção no Banco Central sobre o caso Master. Analistas avaliam que a iniciativa do TCU pode colocar em risco a autonomia operacional da autoridade monetária, garantida por lei desde 2021. O tribunal pretende apurar como o Banco Central conduziu a liquidação do banco Master.

Reação do Setor Financeiro

Bancos, cooperativas e fintechs divulgaram uma carta, afirmando que a autonomia é essencial para a estabilidade econômica e para a credibilidade do país.

Preocupações e Desafios

Tony Volpon expressou preocupação com a situação, alertando sobre o risco de disputas judiciais prolongadas, questionando a capacidade técnica do TCU para julgar questões de insolvência bancária.

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