Mercado Imobiliário: Lançamentos Crescem, Vendas Caem e Estoque Aumenta em 2025

Mercado Imobiliário: Lançamentos sobem, mas vendas caem em 2025. CBIC e Brain apontam desaceleração no setor com aumento do estoque.

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(Imagem de reprodução da internet).

Mercado Imobiliário Nacional Apresenta Desaceleração no Terceiro Trimestre

O mercado imobiliário nacional registrou um cenário de maior oferta do que demanda no terceiro trimestre de 2025. A análise revela um aumento no volume de lançamentos de imóveis residenciais, acompanhado de uma queda nas vendas, resultando em um acúmulo de estoque.

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Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (17) pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) em colaboração com a consultoria Brain Inteligência Estratégica.

Crescimento de Lançamentos e Queda nas Vendas

No período em análise, os lançamentos de imóveis residenciais ascenderam 1,6% em comparação com o terceiro trimestre de 2024, totalizando 108,8 mil unidades. Paralelamente, as vendas diminuíram 6,5%, atingindo 101,3 mil unidades. Essa dinâmica de oferta superior à demanda contribuiu para o aumento do estoque disponível.

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Aumento no Estoque de Imóveis

O volume total de imóveis em estoque aumentou 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando 312,5 mil unidades. Esse estoque inclui imóveis em fase de lançamento, em construção ou já finalizados. A análise indica que, com base na média de vendas dos últimos 12 meses, o estoque atual demandaria nove meses para ser esgotado, caso não houvesse novos lançamentos.

Desempenho Anual e Volume Financeiro

Considerando o desempenho ao longo de todo o ano de 2025, os lançamentos apresentaram um crescimento de 8,4% entre janeiro e setembro, totalizando 307,3 mil unidades. As vendas de imóveis também avançaram 5%, atingindo 312,2 mil unidades. Em termos de volume financeiro, os lançamentos foram avaliados em R$ 199 bilhões entre janeiro e setembro de 2025, um aumento de 22,9% em relação ao mesmo período de 2024.

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As vendas geraram um volume financeiro de R$ 188,7 bilhões, com um crescimento de 13,2%.

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