Mercado imobiliário brasileiro explode em 2025! Crescimento de 18,6% impulsiona lançamentos e recorde histórico. Saiba mais!
O quarto trimestre de 2025 apresentou um cenário promissor para o mercado imobiliário brasileiro, com números que superaram as expectativas. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgou dados que indicam um crescimento significativo, impulsionado pela expectativa de queda nos juros e pela melhora nas condições de crédito.
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O levantamento revelou um aumento de 18,6% em relação ao trimestre anterior, acompanhado pelo lançamento de 133.811 novas unidades. O desempenho anual também foi positivo, com um aumento de 10,6%, totalizando 453.005 unidades lançadas.
Um fator importante nesse cenário é o sucesso do programa MCMV (Minha Casa, Minha Vida), que se consolidou como um pilar fundamental do mercado. Segundo o vice-presidente de Indústria Imobiliária da CBIC, Ely Wertheim, o programa respondeu por 52% dos lançamentos e 49% das vendas no quarto trimestre de 2025.
O valor geral de lançamento (VLG) também apresentou um aumento de 10,6%, atingindo R$ 292,3 bilhões, superior ao registrado em 2024.
Os dados trimestrais e anuais de lançamentos representam recordes para o setor. Além disso, houve um aumento de 5,4% no volume de vendas e de 6,2% na oferta final das unidades, com apartamentos representando a maior parte das vendas (48%). O presidente-executivo da CBIC, Fernando Guedes Ferreira Filho, destacou a robustez do mercado, mencionando que a demanda se manteve forte mesmo com juros elevados, refletindo a persistência do déficit habitacional e o desejo do brasileiro por ter sua própria casa.
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A região Sudeste foi a principal responsável pelo crescimento anual, com um aumento de 15,1% nas unidades lançadas. No último trimestre, foram vendidas 109.439 unidades, com um valor superior a R$ 67 bilhões. Para 2026, a CBIC projeta que a demanda continuará alta, dependendo de expectativas positivas sobre a situação fiscal e econômica do país.
A meta do governo de alcançar 3 milhões de unidades contratadas no MCMV até o final do ano, juntamente com a garantia de orçamento do FGTS, reforça a sustentação da demanda.
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