Barueri lidera ranking de aluguéis caros no Brasil, com alta de 9,44% em 2026. Mercado imobiliário aquece com inflação acima da média e baixa taxa de desemprego
O ano de 2025 marcou um novo capítulo no mercado imobiliário brasileiro, com uma valorização expressiva nos contratos de locação. Dados divulgados pelo Índice FipeZAP em janeiro de 2026 revelaram um aumento de 9,44% nos preços, superando em mais que o dobro a inflação oficial (IPCA), que ficou em 4,26%.
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Esse cenário, impulsionado pelo aumento do poder aquisitivo da população e pela baixa taxa de desemprego (5,2%), gerou um impacto significativo no bolso dos inquilinos e proprietários.
Embora a alta de 9,44% tenha sido menor do que a registrada em 2024 (13,50%), o ganho real para os proprietários foi de 4,97% acima da inflação. Economistas apontam que a e o aumento do poder aquisitivo da população, impulsionado pela baixa taxa de desemprego (5,2%), sustentaram esses reajustes.
O mercado imobiliário continua a apresentar um cenário promissor, com a expectativa de que essa tendência se mantenha no primeiro semestre de 2026.
A busca por moradia em centros urbanos ou polos tecnológicos pode ser um desafio financeiro. A pesquisa revelou as cidades com os aluguéis mais altos, baseada em anúncios de apartamentos prontos. A cidade de Barueri (SP) lidera o ranking nacional, com um preço de R$ 70,35 por metro quadrado.
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Belém (PA) surpreendeu ao se tornar a capital mais cara do Brasil para locação, superando inclusive São Paulo. Outras cidades com valores elevados incluem São Paulo (SP) com R$ 62,56/m², Recife (PE) com R$ 60,89/m² e Rio de Janeiro (RJ) com valores entre os maiores do país.
Vitória (ES) registrou uma alta de 15,46% no ano, enquanto Aracaju (SE) apresentou um aumento de 16,73%. Curitiba (PR) também se destaca com valores em ascensão constante, e Belo Horizonte (MG) mantém-se no topo das capitais em termos de aluguel.
Barueri (SP) continua sendo o epicentro do mercado imobiliário nacional. Alugar um apartamento de 50m² na cidade custa, em média, R$ 3.517,50. Belém (PA) se consolidou como a capital mais cara do Brasil para locação, superando inclusive São Paulo.
Teresina liderou o crescimento percentual no ano, com um salto de 21,81% nos preços. Para quem busca economia, Campo Grande (MS) se destaca com um preço médio de R$ 3.200,00 por metro quadrado. Em comparação, a capital do Mato Grosso do Sul apresenta um dos aluguéis mais acessíveis do país.
Especialistas do Grupo OLX indicam que o cenário de reajustes acima da inflação deve continuar no primeiro semestre de 2026, embora em ritmo mais lento. Dois fatores principais devem manter a demanda aquecida: Reajustes acima da inflação dão fôlego ao orçamento familiar.
A nova faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil deve injetar mais liquidez no mercado consumidor. O mercado imobiliário continua a apresentar um cenário promissor, com a expectativa de que essa tendência se mantenha no primeiro semestre de 2026.
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