Mercado de criptoativos: A nova era de investimento chegou! 🚀 Descubra como o Bitcoin e Ethereum deixam de ser apostas e se tornam ativos consolidados no sistema financeiro global. Saiba mais!
Por João Canhada* Durante muitos anos, o mercado de criptomoedas foi associado quase exclusivamente à volatilidade, especulação e ciclos curtos de euforia. Essa percepção, comum entre investidores tradicionais e instituições financeiras, começou a mudar de forma consistente a partir dos últimos anos, e os dados mais recentes mostram que essa mudança deixou de ser pontual para se tornar estrutural.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Hoje, o mercado institucional já não trata mais cripto apenas como um “ativo de risco”, mas como uma classe alternativa integrada ao sistema financeiro global.
Na Mynt você negocia em poucos cliques e com a segurança de uma empresa BTG Pactual. Tenha acesso a carteiras recomendadas por especialistas com rebalanceamento automático.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Um dos principais fatores dessa transformação foi o avanço regulatório. A aprovação dos ETFs à vista de bitcoin e Ethereum nos Estados Unidos marcou um ponto de virada importante ao permitir que investidores institucionais tivessem exposição a criptoativos por meio de produtos regulados, auditados e integrados à infraestrutura tradicional de mercado.
Desde o lançamento desses ETFs, bilhões de dólares passaram a fluir de forma contínua para o setor.
Mais do que volume financeiro, esse movimento trouxe padronização, governança e previsibilidade, elementos essenciais para a tomada de decisão institucional. No Brasil, o avanço do marco legal dos criptoativos e o fortalecimento das exigências para prestadores de serviços (VASPs) também contribuíram para reduzir assimetrias de risco e aumentar a confiança de empresas e investidores profissionais.
Outro ponto central dessa mudança está na forma como os principais criptoativos passaram a ser analisados. O Bitcoin, antes visto apenas como um ativo altamente volátil, passou a ocupar espaço em portfólios institucionais como reserva de valor digital e instrumento de diversificação macroeconômica.
A liquidez global, a escassez programada e a crescente participação de fundos e gestores profissionais alteraram a leitura de risco associada ao ativo. Já o Ethereum consolidou seu papel como infraestrutura tecnológica, sustentando aplicações financeiras, stablecoins, tokenização de ativos e soluções corporativas.
A análise institucional deixou de focar apenas no preço e passou a considerar métricas como uso da rede, volume de aplicações, valor travado e relevância sistêmica. Nesse contexto, o risco deixa de ser avaliado apenas pela volatilidade de curto prazo e passa a ser medido pela robustez da infraestrutura e pela adoção real.
Nada disso significa que o mercado cripto deixou de ter riscos. Volatilidade, inovação acelerada e mudanças regulatórias continuam fazendo parte do setor. A diferença é que, hoje, esses riscos são mensuráveis, gerenciáveis e comparáveis a outras classes alternativas já consolidadas.
O que se observa é uma mudança clara de enquadramento: cripto deixou de ser tratado como uma aposta marginal e passou a ser analisado como infraestrutura financeira, classe alternativa de investimento e ferramenta operacional para empresas e instituições.
Essa transição explica por que o mercado institucional já não pergunta mais “se” cripto vai fazer parte do sistema financeiro, mas “como” e “em qual proporção”. O risco, agora, não está mais na existência da tecnologia mas em ficar fora de um mercado que já deixou de ser futuro para se tornar presente.
Autor(a):
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!