Mercado Asiático Dispara: Hong Kong e Xangai Alcançam Novos Recordes em 2025

Mercado Asiático registra alta de 4 anos e meio com desempenho positivo em Hong Kong e Xangai. Ação do ouro impulsiona setor de energia e materiais.

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(Imagem de reprodução da internet).

Mercado Asiático Alcança Quatro Anos de Alta

As bolsas de Hong Kong e Xangai registraram ganhos significativos nesta quarta-feira (28), acompanhando o desempenho positivo da Wall Street. O forte desempenho do mercado de ouro, aliado à desvalorização do dólar americano, impulsionou o setor de energia e materiais, marcando um período de quatro anos e meio de alta para o mercado de ações de Hong Kong.

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O índice de Xangai fechou com alta de 0,27%, enquanto o índice CSI300, que engloba as maiores empresas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,26%. O Índice Hang Seng, de Hong Kong, apresentou um crescimento expressivo de 2,58%, atingindo seu nível mais alto desde julho de 2021.

Essa performance se estendeu por seis dias consecutivos de ganhos, a maior sequência desde maio de 2025.

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Setores em Destaque

Os setores de energia e materiais foram os que mais se beneficiaram da valorização, com os subíndices Hang Seng de energia subindo 4,35% e o de materiais avançando 5,39%. Essa performance reflete o interesse dos investidores em commodities e materiais básicos.

Fatores de Influência

O preço do ouro ultrapassou a marca de US$ 5.200 pela primeira vez nesta quarta-feira, impulsionado por uma alta de mais de 3% na sessão anterior. A desvalorização do dólar americano, em meio a preocupações geopolíticas, também contribuiu para o desempenho positivo do mercado de ações.

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Perspectivas de Mercado

Investidores acompanharam de perto as perspectivas de uma intervenção coordenada das autoridades americanas e japonesas no mercado cambial, além de aguardar a decisão do Federal Reserve sobre as taxas de juros. Analistas da SDIC Securities observaram que a atenção se concentraria nas declarações do chair do Fed, Jerome Powell, sobre a trajetória dos cortes nas taxas de juros e na possibilidade de que os balanços dos gigantes da tecnologia justifiquem a pressão das altas avaliações.

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