Medicamentos para emagrecer: Wegovy e Mounjaro ganham destaque! Novas opções para tratar a obesidade, com acompanhamento médico obrigatório.
O interesse por medicamentos para emagrecer tem crescido significativamente, impulsionado pela popularização de nomes como Wegovy e Mounjaro, juntamente com a obrigatoriedade de prescrição e acompanhamento médico. Esses “agonistas de GLP-1” estão se tornando um tópico de conversa comum, gerando curiosidade e, inevitavelmente, dúvidas sobre seu funcionamento, indicações e potenciais riscos quando utilizados sem a devida orientação profissional.
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Esses medicamentos imitam a ação de um hormônio natural do corpo, liberado pelo intestino após as refeições, que ajuda a regular a fome, a saciedade e o controle do açúcar no sangue. Ao estimular o organismo, fazendo-o agir como se estivesse satisfeito por mais tempo, eles auxiliam na redução do apetite e da quantidade de alimentos consumidos.
No entanto, é crucial entender que seu uso deve ser recomendado e acompanhado por um médico.
A endocrinologista Karine Antunes explica que esses agonistas de GLP-1 retardam o esvaziamento gástrico, aumentam a sensação de saciedade e melhoram o controle da glicose. “Na prática, o paciente sente menos fome, come porções menores e demora mais para sentir vontade de se alimentar novamente”, afirma.
Além disso, o efeito se estende à melhora da resposta da insulina e à redução da produção de glicose pelo fígado, contribuindo para um metabolismo mais equilibrado.
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O tratamento da obesidade ou sobrepeso deve considerar a complexidade da doença. Um estudo publicado no Journal of Medical Internet Research (JMIR), realizado pela Voy Saúde em colaboração com o Imperial College London, revelou que pacientes engajados em um tratamento multidisciplinar – que integra o uso de medicamentos prescritos, monitoramento clínico e suporte personalizado e contínuo – são três vezes mais propensos a perder peso.
A Voy Saúde, plataforma de gestão de saúde fundada no Reino Unido em 2018, adota essa abordagem integrada. Oferece um serviço 100% online que reúne avaliação médica independente, acompanhamento nutricional e suporte farmacêutico contínuo, do diagnóstico à compra do medicamento em farmácias.
A farmacêutica PhD Lenyta Gomes da Voy alerta para os riscos da automedicação, ressaltando que o uso sem supervisão pode levar a efeitos adversos graves e interações perigosas.
A nutrição desempenha um papel central no tratamento da obesidade, e a abordagem da Voy Saúde reconhece essa importância. Estudos indicam que entre 15% e 40% da perda de peso com terapias GLP-1 pode ser de massa magra, o que reforça a necessidade de uma dieta personalizada e rica em proteínas.
A nutricionista PhD e líder da equipe de nutricionistas credenciados da Voy, Renata Araújo, destaca que muitos mitos ainda existem sobre o papel da nutrição durante o uso de agonistas de GLP-1. Uma alimentação densa em nutrientes, minimamente processada e bem planejada melhora a tolerabilidade do medicamento e potencializa os resultados.
O avanço dos medicamentos para emagrecer representa uma mudança relevante no tratamento da obesidade, mas exige responsabilidade. “Não existe solução simples para uma doença complexa”, resume Karine Antunes. “O que existe é tratamento baseado em ciência, acompanhamento contínuo e uma abordagem que olha para o paciente como um todo.”
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