MC Negão Original Alvo de Prisão em Operação Policial de Grande Escala!

MC Negão Original sob suspeita! Operação da PC-SP prendeu o funkeiro e investiga golpes digitais. R$ 100 milhões bloqueados! Saiba mais.

24/02/2026 11:29

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(Imagem de reprodução da internet).

MC Negão Original Alvo de Prisão em Operação da Polícia Civil

João Vitor Ribeiro, conhecido no mundo do funk como MC Negão Original, está envolvido em uma operação da Polícia Civil de São Paulo. Ele recebeu um mandado de prisão temporária, como parte de uma investigação contra uma quadrilha suspeita de aplicar golpes digitais.

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A operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira (24).

Os suspeitos estariam ligados a fraudes como o “golpe do INSS”, o “golpe do falso advogado” e o “golpe da mão fantasma”. O funkeiro, que possui mais de 4 milhões de seguidores nas redes sociais, frequentemente compartilha fotos com mulheres, carros de luxo e dinheiro em suas publicações.

Até o momento, MC Negão Original não foi preso. A CNN Brasil está tentando obter informações adicionais da equipe do artista para entender melhor a situação.

Operação “Fim da Fábula” e Descobertas

A “Operação Fim da Fábula” resultou na execução de 173 mandados judiciais em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. Entre eles, 120 foram de busca e apreensão e 53 de prisão temporária. A investigação aponta o uso de sites de apostas online (BETs) e fintechs para movimentar dinheiro obtido de forma ilícita, além da clonagem de chaves Pix das vítimas.

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Além disso, a investigação também apura crimes de lavagem de dinheiro. As autoridades estão analisando o papel de sites de apostas online e fintechs na movimentação de recursos ilícitos.

Patrimônio e Bloqueio Judicial

A operação não se limita às prisões e buscas. A Justiça determinou o bloqueio judicial de até R$ 100 milhões em 86 contas correntes, pertencentes a pessoas físicas e jurídicas identificadas na investigação. O objetivo é apreender o patrimônio dos envolvidos.

Foram identificados pelo menos 36 imóveis ligados ao grupo, registrados em nome de terceiros e empresas de fachada. Além disso, centenas de veículos e embarcações também foram alvo do bloqueio.

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