Matt Damon e Ben Affleck criticam cultura do cancelamento em Hollywood e atração ‘Dinheiro Suspeito’

Matt Damon e Ben Affleck criticam cultura do cancelamento em Hollywood. Atores disseram que a reação é extrema e comparam a situação a “instinto de sexta série”

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(Imagem de reprodução da internet).

Matt Damon e Ben Affleck se manifestaram publicamente sobre o debate em torno da cultura do cancelamento em Hollywood, durante a divulgação do filme ‘Dinheiro Suspeito’. Em uma entrevista no podcast ‘The Joe Rogan Experience’, os atores concordaram com o apresentador sobre a natureza extrema do conceito, onde uma ação ou declaração pode levar a um banimento social permanente.

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A Perspectiva dos Atores

Damon expressou que, em certos casos, indivíduos da indústria do entretenimento prefeririam enfrentar uma pena de prisão, como 18 meses, em vez de sofrer um cancelamento duradouro. Ele argumentou que a exposição constante e ininterrupta, que acompanha uma pessoa até a morte, é um problema inerente à situação.

Comparação com Comportamento Infantil

Affleck complementou a fala de Damon, comparando a cultura do cancelamento a um “instinto de sexta série”, onde alguém aponta o dedo e julga a situação. Segundo ele, essa reação reflete impulsos humanos de isolamento ou a satisfação em ver o outro em dificuldades, como forma de autoproteção.

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A Impossibilidade do Perdão

Affleck enfatizou que a ausência de possibilidades de perdão agrava o problema, pois impede o reconhecimento de erros. Ele afirmou que, independentemente das ações, uma vez que se admite um erro, a pessoa se torna um “pária”, e ninguém deseja acreditar que o pior momento de alguém define quem é.

Experiência Pessoal de Damon em 2021

Damon também mencionou uma experiência pessoal. Em 2021, o ator enfrentou críticas após uma declaração ao Sunday Times, do Reino Unido, sobre ter abandonado o uso de um termo ofensivo contra homossexuais, após receber um texto de sua filha. Posteriormente, em um comunicado ao The Hollywood Reporter, Damon esclareceu que nunca utilizou o termo de forma pessoal.

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Ele explicou que a conversa com sua filha não representou um despertar pessoal, e que o uso de xingamentos não era sua prática. Damon ressaltou que o combate ao preconceito exige ação ativa em busca da justiça, e não apenas conforto passivo, demonstrando apoio à comunidade LGBTQ+ e reconhecendo a persistência da hostilidade contra o grupo.

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