Em 29 de janeiro de 2026, o Ministro do Trabalho e Emprego, Marinho, expressou sua visão sobre a desaceleração do crescimento econômico brasileiro em 2025. Ele atribuiu essa situação ao trabalho do Banco Central (BC), afirmando que a autoridade monetária “trabalhou” para diminuir o ritmo de crescimento da economia, em função de suas responsabilidades e metas.
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Marinho ressaltou que a diminuição do saldo positivo de criação de emprego – o pior resultado desde 2020 – está relacionada aos altos juros praticados pelo BC. O ministro mencionou que, desde o final do primeiro semestre de 2025, ele buscava dialogar com a instituição sobre o tema, devido à “pressão do mercado”.
Desaceleração e Juros Altos
O ministro criticou a postura do Banco Central, argumentando que a alta taxa de juros, mantida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) de janeiro a julho de 2006, estava comprometendo o orçamento do país, pois era necessário gastar para pagar juros.
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Ele também destacou que o ajuste na taxa básica de juros (Selic) leva, em média, três meses para impactar a economia.
Contexto Econômico
Em dezembro de 2025, o Brasil registrou 618.16 mil postos de trabalho com carteira assinada, um resultado pior do que o de 2024, quando houve um saldo negativo de 535.43 mil. Historicamente, os meses de dezembro tendem a apresentar saldo negativo.
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Perspectivas Futuras
O Copom sinalizou, em seu comunicado de março de 2026, que antevê o início da flexibilização da política monetária no próximo encontro. No entanto, o ministro expressou ceticismo em relação à magnitude da redução de juros, considerando que o ajuste leva tempo para se materializar.
