Maria Corina Machado detalha encontro com Trump após Nobel da Paz

Maria Corina Machado esclarece contato com Trump em 2025 após Nobel da Paz. Ativista diz não ter tido contato após evento. Operação EUA na Venezuela é elogiada.

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(Imagem de reprodução da internet).

A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, esclareceu que seu contato com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se restringiu a um encontro ocorrido em 10 de outubro de 2025, data em que foi anunciada vencedora do Prêmio Nobel da Paz.

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Em entrevista ao programa “Hannity”, da rede Fox News, em 5 de janeiro, ela afirmou que não houve comunicação posterior a esse evento.

Contexto do Prêmio Nobel

Machado recebeu o reconhecimento do Comitê Norueguês em virtude de sua luta contra o que foi descrito como “ditadura venezuelana”. A viagem da líder opositora à Noruega, onde participou de eventos, marcou sua primeira saída do país após deixar o país no mês anterior.

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Interesse de Trump na Transição Política

Segundo o jornal The Washington Post, Donald Trump havia manifestado interesse em conduzir a transição política na Venezuela após a prisão do ex-presidente Nicolás Maduro. Mesmo após agradecer a Trump e dedicar o prêmio em sua homenagem, fontes da Casa Branca consideraram a aceitação do prêmio por parte de Machado como um “pecado imperdoável”.

Dificuldades para a Assunção Presidencial

Em coletiva de imprensa realizada em 4 de janeiro, após a operação que resultou na prisão de Maduro e sua transferência para Nova York, Trump declarou que seria difícil para Machado assumir a presidência venezuelana, devido à falta de apoio e respeito dentro do país.

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Reação de Aliados e Movimentos Secretos

A fala de Trump surpreendeu aliados da ativista. Uma fonte próxima à equipe de Machado revelou que ela havia deixado o país secretamente após meses na clandestinidade para comparecer à cerimônia do Nobel em Oslo, na Noruega. A situação demonstra a complexidade da situação política no país.

Apoio à Operação Militar Americana

Machado elogiou a operação militar lançada pelos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura de Maduro. Ela considerou a ação como “um passo gigantesco para a humanidade, pela liberdade e pela dignidade humana”. Após a prisão de Maduro, Delcy Rodríguez, vice-presidente e ministra do Petróleo, foi nomeada presidente interina.

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